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sexta-feira, 6 de junho de 2014

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Geral - 06 fatores que atrapalham a preparação para concursos

Por CERS Cursos Online / Arquivo JusBrasil
Porque muitos candidatos iniciam a preparação para concursos públicos e desistem antes da aprovação? São vários os fatores que atrapalham o estudo, como cansaço, pressão familiar, dificuldades financeiras. Confira como manter o foco nos estudos até conquistar a tão sonhada vaga no serviço público.
Imagem: Reprodução.
Ingenuidade quando se inicia o projeto
A aprovação nem sempre vem com a primeira oportunidade. Ou melhor: raramente vem. Concurso público é um projeto de médio ou longo prazo. Quem não se prepara para isso é derrubado na primeira frustração.
Cansaço extremo
Correr uma maratona é algo absolutamente extenuante. Assim é a preparação para as provas. No início, parece simples e possível. A pessoa está empolgada com o projeto e se sente cheia de energia. Com o passar dos meses, a empolgação começa a perder força na mesma medida em que o corpo e a mente reclamam do cansaço. Mas assim como na corrida, é possível romper a barreira em que parece impossível continuar. E nesse momento é importante lembrar que já foi trilhada a maior parte do caminho. O que significa que a chegada está próxima.
Pressão de familiares
Quem começa a estudar para concurso costuma enfrentar duas situações com a família e amigos: ou eles estão muito motivados e torcendo pelo candidato, ou não acreditam muito e pensam que, em breve, a pessoa vai desistir.
Nos dois casos, as pessoas não envolvidas com o projeto acreditam que tudo será resolvido em pouco tempo, no máximo um ano. Quando isso não acontece, podem fazer acusações e cobranças. O candidato corre o risco de ouvir de pessoas próximas que já deveria ter sido aprovado - o que causa uma profunda sensação de incompetência - ou que seria melhor desistir. Normalmente, quem tem vínculo afetivo com o candidato se ressente da falta de disponibilidade dele e dos momentos de convivência e anseia pela solução disso, que só viria com a aprovação ou mesmo com a desistência.
Cabe ao candidato aceitar que é muito difícil para quem está de fora entender a dinâmica do projeto. Nós sabemos que a aprovação demora alguns meses ou anos, e que isso não significa que ela não será alcançada.
Falta de dinheiro
Campeã de justificativa – e, infelizmente, a mais difícil de superar – é a questão financeira. Chega uma hora em que o dinheiro acaba e o candidato começa a responsabilizar as despesas com os estudos pela situação. Afinal, são investimentos com cursos, livros, transporte, inscrições em concursos. Tudo isso é agravado no caso dos candidatos que não estão trabalhando e optaram por dedicar-se exclusivamente à preparação. Mas é possível encontrar alternativas para continuar estudando. Há uma grande oferta de cursos que podem ser pagos em parcelas, há materiais gratuitos na internet. De todo modo, é preciso buscar em vez de lamentar. Saber pedir e aceitar ajuda. E lembrar que a falta de dinheiro já estava lá antes. O projeto concurso público começa justamente para a conquista de um trabalho seguro e bem remunerado.
Vergonha por reprovações
No decorrer da nossa vida escolar, somos acostumados a encarar reprovações como fracassos. O mesmo acontece quando vamos a uma entrevista de emprego. No entanto, projetos grandiosos implicam uma longa caminhada e algumas correções de rumo. Os tropeços na vida de quem está em busca de algo, alguém que deixou o seu espaço de acomodação e se lançou no desconhecido para conquistar uma vida melhor, são apenas ajustes necessários para o sucesso da empreitada.
Insegurança

De forma geral, o que observo é que o candidato só desiste quando duvida que seja capaz. Aí todos os motivos anteriores ganham força e tornam-se a justificativa perfeita. Infelizmente, é difícil lembrar nesse momento que os anos passarão e a vida continuará do mesmo jeito. Quem tem certeza (ou quase) de que a vitória está ali adiante segue em frente, haja o que houver.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

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Educação - 10 fatos profundamente deprimentes sobre bullying.



Por Jéssica Maes / Arquivo  Hypescience
Você já se sentiu intimidado na escola? Nos Estados Unidos, as chances são de que quase todos os adultos tenham experimentado isso em algum momento da vida: cerca de 80% de todas as crianças norte-americanas contam terem sido assediadas por seus pares. Já no caso do Brasil, os números não são tão alarmantes, mas ainda são dignos de atenção.
Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE) 2012, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 7,2% dos alunos do 9º ano do Ensino Fundamental afirmaram que sempre ou quase sempre se sentiram humilhados por provocações dentro da escola, e 20,8% praticaram algum tipo de bullying contra os colegas nos 30 dias anteriores a pesquisa. A grande diferença entre os números aponta que este tipo de ação é normalmente realizada em grupo, geralmente contra uma única pessoa.
Porém, o bullying moderno vai muito além de ficar chateado na escola:

10. Ele destrói suas futuras perspectivas de emprego

Imagem: Reprodução
A velha visão da escola padrão diz que o bullying é uma “parte natural do crescimento”, algo que deixamos para trás quando nós chegamos à vida adulta e ao mundo do trabalho. Contudo, uma pesquisa sugere que não só isto é falso, mas também que sofrer bullying pode garantir que a vítima nunca sequer comece a trabalhar.
Em 2013, um grupo de pesquisadores decidiu conferir o que alguns jovens adultos que tinham sido incluídos em um estudo de bullying uma década e meia atrás estavam fazendo da vida. Em seus vinte e poucos anos, o grupo cresceu e aparentemente mudou. Entretanto, quando os médicos responsáveis pelo estudo foram um pouco mais fundo, encontraram alguns resultados chocantes. Aqueles que tinham sido vítimas de bullying no Ensino Médio eram quase duas vezes menos propensos a manter um emprego do que aqueles que não foram intimidados.
Sem nenhuma surpresa, isso teve um efeito dominó sobre as finanças das vítimas. Os indivíduos que tinham sofrido bullying eram muito mais propensos a viver em situação de pobreza e fazer más decisões financeiras. A cereja desse bolo deprimente é que eles também tendem a sofrer de problemas de saúde, levando a dívidas crescentes.

9. Danifica a sua saúde mental

Imagem: Reprodução
Quantos de vocês ainda lembram dos piores momentos de sua infância? Aquele vez em que você molhou as calças quando estava velho demais ou quando foi completamente humilhado por um professor arrogante? Agora imagine ter esse sentimento em relação a toda a sua infância. Seria destruidor, certo?
Se levarmos em conta pesquisas recentes, a resposta é um sonoro “sim”. Como outra etapa do estudo que citamos anteriormente, os pesquisadores observaram os efeitos em saúde mental a longo prazo do bullying na infância. Adultos que foram intimidados na escola sofreram níveis incapacitantes de ansiedade e agorafobia, além de serem propensos a graves ataques de pânico. Enquanto isso, aqueles que responderam ao bullying tornando-se bullies também eram propensos a depressões terríveis e sentimentos de pânico. Em suma, a crueldade que tinha acontecido até 15 anos antes ainda estava causando estragos na vida das suas vítimas.

8. Pode colocar você em problemas com a lei

Imagem: Reprodução
Não é nenhum segredo que o bullying às vezes foge tanto ao controle que as autoridades são chamadas para lidar com o caso. Contudo, embora possamos esperar que os valentões passem por encontros negativos com a lei, surpreendentemente, suas vítimas muitas vezes experimentam a mesma coisa.
De acordo com vários estudos, ser intimidado a longo prazo quando criança aumenta suas chances de ser preso. Um estudo estimou que quase um quarto de todas as crianças que sofrem bullying vão acabar em uma cela em algum momento.
O problema é que a infância tardia e início da adolescência são os momentos em que estamos destinados a aprender habilidades sociais e como ser parte da sociedade. Se gastarmos todo esse tempo apanhando e ouvindo ofensas, se juntar à sociedade já não parece uma conquista desejável. Crianças que são maltratadas a longo prazo se fecham. Elas se desconectam do mundo à sua volta e se tornam tristes, irritadas e amargas. Toda essa a raiva e amargura tendem a sair quando chegam à idade adulta, resultando em brigas, pequenos crimes e até mesmo algum tempo na prisão.

7. Afeta toda a economia

Imagem: Reprodução
Não são apenas aqueles que foram vítimas deste tipo de intimidação que têm de viver com as consequências dela. De acordo com pesquisas recentes, o bullying afeta a todos nós, quer estejamos envolvidos ou não. Nos EUA, a violência juvenil custa à economia US$ 158 bilhões dólares a cada ano.
Este valor foi encontrado pela Plan International, uma instituição de caridade dedicada aos direitos das crianças. Eles calcularam o dinheiro público desperdiçado por crianças assustadas não indo à escola e ganhos futuros perdidos para aqueles que abandonam os estudos para escapar de seus agressores. A instituição ainda ressalta que esta é apenas uma estimativa: o número real é provavelmente muito maior. Isso significa que os Estados Unidos perdem quase o dobro do orçamento da educação federal, anualmente, para o bullying.

6. Aumenta a violência sexual

Imagem: Reprodução
A maioria de nós consideraria o bullying na infância e a violência sexual na adolescência coisas completamente diferentes. Contudo, um estudo conjunto entre o Centro de Controle de Doenças e a Universidade de Illinois (ambos dos EUA) diz o contrário. De acordo com a pesquisa, há uma diversas evidências de uma relação entre violência sexual e bullying.
No estudo, foram considerados “violência sexual” atos como puxar roupas tentando expor alguma parte do corpo, assim como apalpar ou segurar genitais. Felizmente, apenas uma pequena minoria das crianças parecia sair do bullying para avançar para qualquer uma dessas coisas. Mas os pesquisadores também observaram que os problemas pioram à medida que as crianças ficam mais velhas, culminando em coisas bem mais sérias. Os valentões às vezes “transplantam” seus impulsos sexuais em suas vítimas, enquanto alguns meninos (desta vez, que foram vítimas do bullying) ficam tão assustados com a ideia de serem gays que assediam sexualmente meninas para provar sua heterossexualidade.

5. Nos torna suscetíveis ao suicídio

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Estudos afirmam que adolescentes que sofrem com gozações são cerca de 2,5 vezes mais propensos a tentar se matar. Entretanto, o que é menos conhecido é que este risco permanece com você ao longo da vida. Em 2007, um estudo britânico descobriu que adultos que tinham sido vítimas de bullying na escola eram duas vezes mais propensos a tentar o suicídio na vida adulta.
O estudo incluiu mais de 7 mil pessoas, indo desde jovens adultos até idosos. A pesquisa foi especificamente controlada para outros fatores, como abuso sexual na infância, pais violentos e adolescentes que fugiram de casa. No entanto, os autores concluíram que o bullying por si só poderia causar um aumento significativo no risco de suicídio enquanto adultos.
Em essência, o bullying fica com você. E o que parece ser um pouco de diversão inofensiva na escola poderia, na realidade, ser uma sentença de morte a longo prazo.

4. Prejudica todos os envolvidos

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Até agora, focamos principalmente na bagagem à qual as vítimas ficam presas ao longo da vida, porém os próprios bullies também podem sofrer.
Em quase todos os índices importantes, os valentões se saem tão mal quanto ou ainda pior do que suas vítimas. Eles são mais propensos a se envolver em comportamentos de risco, ter resultados financeiros negativos e sofrer com problemas sociais quando adultos. O único ponto em que eles vão melhor do que as suas vítimas é na saúde e, mesmo assim, o resultado é pior do que aqueles que nunca se envolveram com bullying.
Então, o que está acontecendo? Este é apenas um sintoma do clássico caso do valentão sofredor, no qual uma criança desconta sua dor interior violentando outras? Talvez. Mas estudos têm mostrado que muitas crianças normais, sem problemas sérios, também se tornam bullies. Inacreditavelmente, pode ser que o simples ato de praticar o bullying mexe com o autor da violência, tanto quanto com a vítima.

3. Nós não podemos resolvê-lo

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Nesse momento, você deve estar se sentindo um pouco deprimido. No entanto, pelo menos há um raio de luz no final do túnel. É só colocar dinheiro suficiente em campanhas anti-bullying e tudo vai ser resolvido, certo? Bem, desculpe desapontá-lo ainda mais, mas a Universidade de Arlington (EUA) diz o contrário.
Em um estudo publicado no “Journal of Criminology”, os pesquisadores examinaram mais de 7 mil crianças em 195 escolas diferentes, com e sem programas anti-bullying. As escolas com procedimentos de prevenção ao bullying apresentavam maiores taxas de bullying do que aquelas sem. De acordo com os autores do estudo, coisas como “semana anti-bullying” não apenas despertam as crianças para o conceito de implicar com os outros, mas também involuntariamente lhes dão informações sobre como se esquivar do castigo depois.
Porém, nem toda a esperança está perdida. Os pesquisadores sugerem que programas mais sofisticados poderiam ajudar a identificar a dinâmica valentão-vítima e criar políticas de prevenção sob medida. Contudo, a não ser que um monte de pessoas estejam dispostas a dar muito dinheiro para estes projetos, eles provavelmente nunca sairão do papel.

2. Crianças recompensam os seus agressores

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Se nós, adultos, somos impotentes para ajudar as crianças vítimas de bullying, é tentador pensar que talvez os nossos próprios filhos possam fazer a diferença. Só espere sentado: um estudo recente da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA) revelou que, quanto mais praticam bullying, mais populares as crianças do ensino fundamental ficam.
Isso cria um problema enorme para os ativistas. Se as crianças associam ser um valentão a ser o mais legal da sala e resistir ao bullying com apanhar e perder seu lanche, então elas sempre vão ficar do lado dos valentões. Na verdade, apenas 2% das crianças universalmente adoradas em qualquer série e 2% de crianças universalmente desprezadas parecem imunes à necessidade de intimidar, de acordo com o estudo. Para todos os outros, agir como um idiota total é uma fórmula garantida de escada social.

1. É da natureza humana

Imagem: Reprodução
Toda sociedade na história da humanidade teve valentões, de uma forma ou de outra. Se você quer colocar a culpa em algo, não precisa ir além da evolução.
O bullying existe em todo o reino animal e, em primatas, tem uma função muito específica. Os chimpanzés ou macacos que não conseguem obedecer a uma dinâmica de grupo podem colocar em perigo todos à sua volta – ou pelo menos tornar o grupo menos eficaz em sobreviver. Então, um pouco de bullying pode manter os primatas rebeldes na linha.
Os seres humanos não precisam mais da estrita conformidade e total cooperação para sobreviver, mas a nossa vontade de zoar os outros permanece. A coisa toda é nada mais do que um retrocesso, um apêndice séptico envenenando todo o corpo da humanidade. E nós estamos presos a ele. [ListverseVejaIBGE]

sábado, 22 de fevereiro de 2014

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Cultura - Uma Paixão Chamada Livros.

Por Talita Rudolf
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Imagem: Divulgação
Começa assim: você é criança, lá no jardim de infância e a professora muito criativa lê uma história muito divertida. Você olha as figuras tão coloridas e vê seu mundinho ganhando novas cores. Aí você cresce um pouco e começa a ler sozinho, primeiro um, depois dois, três livros...e cada história parece mais incrível que a anterior, te leva mais longe e isso te dá mais e mais vontade de conhecer personagens diferentes com histórias incríveis e que viajam por lugares onde você nunca foi, mas de repente é como se você estivesse lá dentro da história, como se o personagem principal fosse VOCÊ! Aí você descobre que quanto mais você lê melhor a história fica, mais envolvente, mais interessante e você descobre que pode ser quem você quiser, basta abrir o livro e lá está uma boa companhia, um jeito muito diferente e divertido de conhecer as coisas. Você pode ser a princesa, o pirata, o monstro marinho ou então o gato de botas, as opções são infinitas.

Aí você cresce e começa a escolher sozinho o que vai ler, os autores preferidos. Decide se prefere romance, drama, biografias,ficção ou todos os estilos juntos. Se identifica com os personagens, com seus gostos. Se apaixona por uns, fica com raiva de outros. Chora. Dá risadas, e se encanta a cada pagina que passa. Fica triste quando seu personagem favorito morre(isso acontece muito). Não consegue entender as atitudes de uns e fica absolutamente encantada com o caráter de outros. No fim acaba ficando até amigo do personagem e fica triste quando o livro termina.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

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Trânsito - Vias públicas como campos de extermínio e a responsabilidade de cada um

Por Márcia Pontes / Educadora de Trânsito
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Imagem: Reprodução
É claro que ninguém sai de casa com a ideia e o objetivo de atropelar alguém ou ser atropelado. Mas, também sabemos que no trânsito ninguém é santo.

A via pública é um espaço a ser compartilhado por todos e o que se espera é que cada um cuide da vida do outro no trânsito. Mas, como? Se as pessoas não estão tendo e sequer cuidando da própria vida?

Fizemos uma enquete no Todo DiaBlumenau para saber se as pessoas realmente conhecem os seus deveres como pedestres. É claro que todo mundo disse que sim e seria uma maravilha se isso fosse verdade.

Mas, o fato é que são bem poucas as pessoas que sabem se cuidar no trânsito, tanto os pedestres na hora de fazer a travessia na faixa quanto os motoristas ao se aproximarem da faixa.

Imagem: Reprodução
Nesses dias de calor senegalês é comum vermos motoristas passando à toda e acelerando em cima da faixa de pedestres como se não vissem uma mãe com carrinho de bebê aguardando que uma alma generosa sobre rodas faça o que se espera e a permita atravessar.

São idosos, crianças, mães com criança no colo ou qualquer outra pessoa sem distinção que diariamente são ignoradas pelos motoristas na faixa.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

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Sociedade - Mulher Liberdade ou Prisão.


Por Silvana Rudolf
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Imagem: Reprodução
Hoje numa conversa informal com minhas amigas do trabalho, notei uma revolta geral.

Todas diziam que estavam cansadas da jornada tripla de trabalho que as mulheres tem todos os dias, como empregadas em empresas de nossa cidade, como dona de casa e como mãe e esposas.

Estávamos fazendo as contas trabalhamos oito horas por dia todos os dias em empresas, quando dá o horário de irmos pra casa “descansar” começa nossa segunda jornada, a de donas de casa. Lavar, passar, cozinhar deixar a casa limpa e arrumada  e continuamos até iniciar nossa terceira jornada que é dar atenção aos filhos, alimenta-los, verificar as tarefas, corrigir os deveres e não deu tempo nem de pensar em tomar um banho ou descansar, claro ainda falta dar atenção ao marido, aquelas que têm um.

Temos que deixar tudo pronto para o próximo dia roupa arrumada, bolsas, separar o que tem de levar junto no dia seguinte pra não esquecer nada. Até que enfim chegou a hora maravilhosa de banhar-se nas aguas sagradas do chuveiro e finalmente deitar um pouquinho, mas já se passaram em média umas cinco horas, isso já é quase meia-noite. Nossa, amanhã tenho que estar de pé às seis horas da manhã para iniciar o dia e não chegar atrasada no trabalho, então são umas seis horas de sono. Cruzes sempre ouvi falar que temos que ter oito horas de sono para nos mantermos saudáveis, como podemos conseguir isso? Com essa jornada ? e a academia? A maioria das mulheres faz academia em frente ao fogão e ao tanque.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

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Cultura - Lista dos Livros Favoritos Das Equipes Todo dia Blumenau e O Boca -Blumenau.

TDB – TODO DIA BLUMENAU e O BOCA – BLUMENAU.
Por: André Luciano Heerdt
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Com o intuito de incentivar a leitura, e também, indicar uma lista legal para você adicionar aos Livros que irás ler neste ano, a Equipe Todo Dia Blumenau e O BOCA - Blumenau consultou sua turma, e garimpou entre alguns parceiros os melhores Livros lidos pelos mesmos.

   
Ambos os Grupos possuem a característica querer melhorar a Cultura e Educação tanto na cidade que vivemos, como também lutar para deixar um futuro melhor para as próximas gerações. 

Trabalhamos voluntariamente para transmitir um caminho harmonioso, saudável e acreditamos que o “saber dialogar é fundamental”. Mas para saber dialogar, uma das melhores formas é buscar conhecimento através da leitura. 
  
 Aqui a gente vai deixar uma Seleção Nobre de Livros que você pode buscar e gostar muito do que vai ler:


Colaborador: André Haziel
1 - O Silmarilion – J.R.R. Tolkien;
2 - O Morro dos Ventos Uivantes – Emily Bronte;
3 - Historias Extraordinarias – Edgar Allan Poe.

Colaborador: André René Alves
1 - Crítica da Razão Criminosa - Michael Gregório;
2 - O Vendedor de Armas - Hugh Laurie;
3 - A Cidade do Sol - Khaled Hosseini

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

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Vocação - Escolher o que vai fazer pelo resto da vida.


Por Talita Rudolf
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Quando você sai do ensino médio tem um mundo de oportunidades a sua frente, mas logo precisa escolher o que vai fazer da vida e pro resto dela. Algo que você goste de fazer e que seja um emprego ao invés de um “trabalho”, se é que você me entende.

Demorei muito para escolher qual a profissão eu gostaria de ter. Foram alguns anos com o dilema de escolher um curso na faculdade. Sempre quis trabalhar com pessoas isso era certo. Mas passei a pensar com que tipo de pessoas que eu gostaria de trabalhar. Turismo era uma ótima ideia, seria divertido! Pessoas diferentes quase todos os dias, lugares novos, coisas para aprender e também para mostrar as pessoas. Foi então que começaram as surgir os “contras” dessa profissão. Eu iria visitar milhares de vezes os mesmos lugares, ouvir milhares de vezes os mesmos comentários e isso não me faria mais feliz muito antes mesmo de eu me aposentar. ME APOSENTAR???? Eu nem sequer tinha iniciado o curso na faculdade e já estava pensando na aposentadoria, isso não podia ser um bom sinal!

sábado, 11 de janeiro de 2014

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Educação - A Abertura de um Espelho

Por André Luciano Heerdt 
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A abertura de um espelho é a seguinte ideia: - pegue um espelho, daqueles que você consegue ver o corpo todo e coloque a sua frente. Ao olhar para o espelho, quem você gostaria de ver ao invés de sua própria imagem? Não responda com pressa, pense!

No espelho que coloquei em minha frente, digamos que surgiu alguém diferente, que admiro e que
gostaria de ter o conhecimento, história e a experiência de vida dela. Cheguei em: - RUBEM ALVES.

Por que Rubem Alves? Porque passei horas pensando em escrever algo legal, que pudesse acrescentar alguma coisa em nosso conhecimento e depois de quase jogar a toalha pensei: “- se todo mundo faz a coisa certa e se todo mundo está batalhando por dias melhores, afinal de conta, por que falta tanta coisa para tudo ser melhor?

Imagem: Reprodução
E sabem o que compreendo que falta muito? Educação.  Como diz: Karl Kraus – “Educação é aquilo que a maior parte das pessoas recebe, muitos transmitem e poucos possuem”. A solução ou a salvação para dias melhores vêm sim da educação e se você é daqueles que só vive na vida virtual, pois saia imediatamente e seja real. E pra falar de educação, nada melhor do que termos o exemplo do grande Educador Rubem Alves.

sábado, 21 de dezembro de 2013

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Denúncia - Tréplica da Carta Resposta enviada à redação pela Representante da EEB Padre José Maurício

Por Fabiano Uesler
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No momento em que um jovem estudante não puder expressar suas penas, seus lamentos e infortúnios, no momento em que nossas crianças e adolescentes não puderem ter suas vozes ouvidas por aqueles que se julgam mais sábios e detentores do conhecimento, no momento em que eles não puderem criticar o sistema de ensino em que estão inseridos sem poder ter voz para denunciar o que acreditam serem erros deste sistema não estaremos mais inseridos em uma democracia e sim em uma ditadura corrupta e velada.

Nosso país, estado e município são constituídos em um fundamento democrático que dá voz aos oprimidos e este também é o papel fundamental da impressa que está inserida neste contexto.

Aos professores da Escola de Educação Básica Padre José Maurício só posso expressar meu respeito e lhes parabenizo por sua garra e tenacidade perante um sistema educacional que desvaloriza o saber em detrimento da aprovação coletiva, em detrimento da política ao invés do saber. Todos os professores que tive em minha vida assim como os que eu tive a honra de trabalhar ao lado posso somente chama-los de “guerreiros”. Pois guerreiros são os professores que em todo ano letivo lutam contra injustiças sociais e políticas nas salas de aula. Guerreiros são os professores que diariamente enfrentam crianças que por não ter uma estrutura familiar fortalecida acabam por refletir seu meio social na sala de aula aumentando em muito a carga emocional deste ambiente. O professor hoje é obrigado a fazer papéis de pais e mães em sala de aula quando na verdade esta nunca foi sua função. Guerreiros são os professores que diariamente trabalham com a pobre realidade de escolas sucateadas, abandonadas e relegadas a meros depósitos de criança. Guerreiros são estes professores que com o mínimos fazem seu máximo e mudam a vida de centenas, de milhares de jovens todos os anos. Guerreiros são os professores contratados temporariamente quando obrigados a aprovar alunos por conta de pressões sofridas por direções de algumas escolas que só os fazem aumentarem suas médias de aprovação anualmente para mostrar que são escolas que “aprovam”. Guerreiros são os professores que suportam pressões de “Direções” de escola indicadas por políticos por mera afinidade partidária em detrimento de experiência e conhecimento. Guerreiros são todos os professores.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

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Denúncia - Diretora de Escola Estadual aprova alunos sem nota que pagaram por formatura.

Por Fabiano Uesler
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Recebi na tarde desta quarta feira uma denuncia de um aluno da Escola de Educação Básica Padre José Maurício sobre irregularidades nas notas do 3º Ano do Ensino Médio onde alunos com pontuação insuficiente são Aprovados por Conselho de Classe após os mesmos terem pagado sua festa de formatura à diretora da Instituição. O Aluno em questão me pediu anonimato por medo de represálias já que mora na região. Ele relata que muitos alunos chegaram a necessitar de DEZOITO pontos para suas aprovações, ou seja, não estavam preparados. Contou-me também que procurou a imprensa tradicional e não recebeu nenhuma atenção ás suas denúncias.

Como professor sempre achei lamentável aprovar alunos sem capacidade por conselho de classe para cumprir metas de aprovação ou para simplesmente diminuir os índices de reprovação por conta do "politicamente correto" e dos "Freiristas" de plantão.. Criamos dessa maneira uma sociedade despreparada e sem a bagagem escolar necessária para a vida adulta, pois mesmos os reprovados não recebem a devida atenção, faz então necessária uma reforma urgente no nosso sistema educacional.

Segue seu relato na íntegra:

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

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História - Quais países estudam a história do Brasil?

Por Jael Jaime Rainert / Autor do Texto: Marcel Verrumo
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Europeus, africanos e asiáticos se dedicam ao tema, mas pouco. O assunto geralmente é ensinado dentro da história da América Latina.



 Brasil, México e EUA juntos.
Zé Carioca ainda é um porta-voz do Brasil. A animação da Disney "Você Já Foi à Bahia?" (1944), estrelada pelo papagaio, é muito usada na hora de introduzir o Brasil em salas de aula no exterior. "O desenho foi criado como parte da política de boa vizinhança", diz Lise Sedrez, professora da UFRJ, que lecionou nos Estados Unidos. O destaque dado em classe depende das relações - históricas, culturais, comerciais etc. - entre os países. "Nos EUA, as escolas de ensino médio que ensinam português também tratam da história brasileira", diz Lise. Lá, é comum escolas próximas a comunidades de brasileiros ensinarem essas disciplinas. 


domingo, 15 de dezembro de 2013

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Educação - Educar é dizer Não...

Por Silvana Rudolf
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Sempre me deparo com situações em lugares públicos de crianças gritando, se jogando no chão “fazendo aquele escândalo” por receber um não dos pais.

Como contornar essa situação e não passar vergonha com a criança berrando e se jogando pra todo lado?

Comece em casa, às vezes queremos tanto que nossos filhos sejam felizes e nos esquecemos de educa-los, damos tudo o que eles querem para que não chorem e não sejam infelizes. Mas até onde vamos conseguir deixa-los realmente felizes?

Quando um bebê chora logo o pegamos no colo para que ele não fique triste, pois associamos choro à tristeza.

Quando ele começa andar e pedir gesticulando alguma coisa, corremos pra entregar o que eles querem para deixa-los bem. Enquanto eles são pequenos é fácil.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

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Sociedade e Educação - Como lidar com o Bullying: para pais e responsáveis!


 Por JusBrasil Seção Kuadro
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Sem dúvida alguma o Bullying é um dos principais temas nas conversas entre pais, professores e diversos profissionais no dia a dia de milhares de escolas e instituições de ensino.

Desde o estabelecimento do conceito, as reclamações de muitas crianças e adolescentes tem se tornado importantes pistas na hora de identificar o que ultrapassa o comportamento aceitável entre colegas.

Mas e você, sabe como lidar com tudo isso? Nós separamos diversas dicas e classificações para te ajudar a entender até onde interferir diante de algumas situações:

O que é Bullying?

Bullying é humilhar e/ou perseguir uma pessoa por um longo espaço de tempo. Insultar, agredir, espalhar rumores em qualquer meio social. Caso isso aconteça na web ou outros meios tecnológicos a denominação passa a ser Cyberbullying.

Há uma diferença notável entre piadas, brincadeiras e o ato intencional de ofender ou magoar. É importante checar estes fatores antes de tomar qualquer conclusão. Mas conflitos em geral tendem a se agravar e gerar um ambiente instável, logo, toda alteração em uma rotina tranquila deve ser verificada.


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

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Trânsito - Campanhas educativas e preventivas de atropelamentos em Blumenau: alguém sabe o que é isso?

Por Márcia Pontes
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Já são 250 atropelamentos pelas ruas de Blumenau desde o primeiro dia de 2013 até o dia 27 de novembro. Muitos deles, em cima da faixa de pedestres. Já tivemos mortes também por atropelamento enquanto o pedestre atravessava em cima da faixa de segurança.
Imagem: Reprodução
Crianças atropeladas no caminho ou em frente a escola também virarem estatísticas embora todo mundo saiba que nestes locais a velocidade deve ser reduzida, existe placa de advertência e faixa de pedestres.

No bairro da Velha, onde moro, tivemos mortes que poderiam ser evitadas.

Mas, o que chama à atenção é que o poder público de Blumenau investe somente nas orientações aos escolares. Não temos e nunca tivemos uma campanha educativa e preventiva de atropelamentos na nossa cidade que envolvesse a população de verdade. Em 2008 de forma muito branda veiculou-se um filme de 30 segundos em que o pedestre era aconselhado a atravessar na faixa para não dar zebra. E só.

E porquê não funcionou? Por quê esse tipo de mensagem sozinha e descontextualizada de outras ações integradas não dão resultados. Para quem acha que a campanha funcionou, porquê não continuaram com ela? Porquê não melhoraram as estratégias e não deram continuidade?

Imagem: Reprodução
Uma coisa que eu digo e repito: não adianta só investir em ensinar as crianças na escola a atravessar a rua com segurança se os pais e a população em geral não forem envolvidos em campanhas de massa. Porque o que vai acontecer é que na via pública o pai vai agarrar essa criança pelo braço e sair puxando para atravessar rápido em meio aos carros.

Espera-se com essas campanhas educativas na escola que em respeito ao pedido do filho os pais passem a dirigir e a atravessar a rua com mais cuidado, mas temos que entender que para dar certo temos que incluir a população em geral.

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Educação - Banda Pré-Histórica, um Projeto Educativo


Por Christian David Machado
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A BANDA

Imagem: Banda Pré-histórica
A Banda Pré-histórica de Blumenau - SC foi formada com a intenção de ensinar História de um maneira diferente, pois sabemos que hoje em dia é muito difícil ter boas aulas e professores dispostos a criar algo novo.

A principal ideia da banda é utilizar as músicas em sala de aula, para os professores e estudantes do ensino regular, ou para quem está prestando vestibular.

Desde 2010, a banda tem mantido o estilo rock pedagógico com composições e arranjos próprios trazendo em seu repertório letras inspiradas em temas históricos muito cobrados nos vestibulares e no Enem.

O som é uma mescla de rock and roll clássico com blues e heavy metal, em uma interessante mistura. 

O PROJETO


Imagem: Christian David Machado

A banda Pré-histórica não utiliza paródias para que não haja comparações com as músicas de artistas famosos, ou sejas todas as letras e melodias são compostas pelo Professor Christian Machado, realçando assim fatos da história mundial. Assim ensinar e aprender história torna-se algo divertido e prazeroso. Todas as músicas são utilizadas em sala de aula pelo professor Christian e a banda está gravando seu primeiro álbum sem data prevista para lançamento.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

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Educação - Que matérias já foram obrigatórias nas escolas brasileiras?

Por Jael Jaime Rainert


Desde educação moral e cívica até bordado e horticultura, os alunos brasileiros já foram obrigados a estudar todo tipo de coisa na escola. A variedade de matérias adotadas - e descartadas - no currículo é fruto da própria variação do contexto sócio-econômico no país e do direcionamento político dos governos que se sucederam ao longo da história. Vale lembrar que, na verdade, o currículo básico definido pelo governo não é totalmente rígido. Ele estipula o que deve constituir a base do ensino, mas dá certa liberdade para as escolas montarem suas grades. A lei atual, por exemplo, diz que são obrigatórias aulas de educação física. Porém, cada escola pode escolher como serão essas aulas. Assim, enquanto um colégio pode ficar no feijão-com-arroz do futebol e basquete, outro pode optar por esgrima, badminton ou outro esporte diferentão. :- P

sábado, 19 de outubro de 2013

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Banda Pré-Histórica de Blumenau é Destaque Nacional Com Rock Educativo.

Professor catarinense usa músicas próprias para cantar e ensinar Revolução Industrial, Iluminismo e outros marcos

 

Foto: Reprodução.
A proposta inicial, pensada pelo vocalista, guitarrista e professor Christian Machado, de Blumenau (SC), era ensinar história de uma maneira diferente e mais prazerosa. Mas a banda Pré-Histórica foi além. Preparando-se para o lançamento de seu primeiro álbum, que deve sair ainda este ano e de forma independente, o grupo formado em 2012 segue realizando shows em escolas e festivais de rock locais, e cativando um público cada vez maior.

“O pioneirismo foi da Inglaterra / mas a Revolução se espalhou / modificando toda a sociedade / fazendo do lucro uma prioridade”, ensina a letra de “Revolução industrial”, um dos hits da banda. A ideia é que as canções possam ser utilizadas em sala de aula não só por ele, mas por outros educadores. Desde a sua formação, a banda tem mantido o estilo “rock-pedagógico”, com uma pegada de blues vez ou outra, adornando as composições e os arranjos próprios.

“O projeto surgiu quando vi que músicas próprias eram melhores em sala de aula do que as famosas paródias. A melodia original confundia o aluno. Uni o útil ao agradável, quando percebi que as notas dos meus alunos melhoravam [com o método]”, orgulha-se o professor.

Quando, em 2010, Christian começou a compor as letras inspiradas em temas históricos – como Iluminismo, Igreja medieval e a vinda da Família Real para o Brasil, além da famosa Revolução Industrial – ele ainda não havia pensando na formação original da banda. Foi apenas em 2012 que convidou seu ex-aluno Gabriel Day, o Gabes, e seu amigo Ricardo Bordgnion para ingressarem no projeto. Só naquele ano, eles fizeram mais de 20 shows em escolas e festivais, como o “Rock in Rio”. “Não o famoso, do Rio de Janeiro, mas o de Rio Negrinho, no interior de Santa Catarina”, brinca Day.

Desde que a Pré-Histórica foi montada, o público aumentou. O vocalista Christian credita o sucesso à pegada jovem da banda. “As músicas são altamente didáticas e de fácil assimilação, pois têm uma linguagem voltada aos jovens, mas lógico que sempre será necessária a ajuda de um professor para realizar a apreensão. Houve uma procura gigantesca pela banda e por nossas músicas, minhas explicações e até mesmo shows depois que saímos na revista Guia Estudantil”.

Mesmo com o CD ainda a caminho – e que fala de pré-história, descobertas marítimas, monarquias nacionais e Semana de Arte Moderna – os integrantes da banda afirmam ter material suficiente para mais dois. O baixista Gabes não nega o gostinho da fama: “Gosto de tocar ao vivo, é legal quando o público participa e é incrível ver como muitos já sabem cantar alguns refrãos! Estamos longe de ser popstar, mas é legal ver que a criançada no colégio gosta de rock e acaba aprendendo com nossas músicas”.