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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

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Geral - Acidente de trabalho: a responsabilidade é do empregador?

 Por Publicado por Eduarda Wandeveld  / Arquivo Jusbrasil
"Pago porque a lei me obriga, mas não concordo. A desatenção dele foi o que provocou o acidente. Porque sou eu o responsável?"

Esta reação por parte dos empresários é bem comum por não se sentirem responsáveis pela causa do acidente e, tampouco, serem condenados ao pagamento de indenização por dano moral ou material ao empregado acidentado.
Assim como o empregador acredita muitas vezes não ser o culpado pelo empregado sofrer um acidente, não seria razoável acreditar que o empregado tivesse a intenção de provocar o acidente, sob pena de ficar inválido ou incapacitado, sem poder prover o sustento à sua família ou pelo risco de estar "descartando" sua vida pessoal ou profissional.
Acidente do trabalho é aquele que ocorre no exercício de atividade a serviço da empresa e provoca lesão corporal ou perturbação funcional, que pode causar a morte, a perda ou a redução permanente ou temporária da capacidade para o trabalho.
Consideram-se, também, como acidente do trabalho:
  • A doença profissional ou do trabalho, produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade;
  • Acidente típico, que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa;
  • Acidente de trajeto, que ocorre no percurso do local de residência para o de trabalho ou desse para aquele, considerando a distância e o tempo de deslocamento compatíveis com o percurso do referido trajeto.

O prejuízo material decorrente do acidente de trabalho se caracteriza pela diminuição das possibilidades em obter os mesmos rendimentos por meio da força de trabalho de que dispunha o empregado antes do fato ocorrido. Essa redução diz respeito à profissão ou ofício então desenvolvidos, em que se comprova a diminuição da capacidade de trabalho por parte do empregado, consoante entendimento extraído do art. 950 do Código Civil de 2002, in verbis:
"Art. 950. Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer o seu ofício ou profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento e lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão correspondente à importância do trabalho para que se inabilitou, ou da depreciação que ele sofreu.
Parágrafo único. O prejudicado, se preferir, poderá exigir que a indenização seja arbitrada e paga de uma só vez."

Dever de indenizar: dolo ou culpa

O dever de indenizar surgiu da teoria do risco gerado, ou seja, se é o empregador quem cria o risco por meio de sua atividade econômica (empresa), a ele caberá responder pelos danos causados, independente de dolo ou culpa. A este contexto atribuímos a teoria da responsabilidade objetiva.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

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Religião - A Megalomania de Edir Macedo

A imprensa nacional, em especial os grandes jornais do Estado de São Paulo, tem dado especial atenção ao "Templo de Salomão", um complexo religioso construído pela Igreja Universal do Reino de Deus capitaneada pelo "bispo" Edir Macedo.

Os número são assombrosos: 680 milhões de reais foram gastos para construir o prédio que é 3,2 
vezes maior do que a Catedral de Aparecida do Norte; 40 mil pedras foram importadas de Hebron; 12 pés de oliveiras importadas do Uruguai para reproduzir o Monte das Oliveiras; 100 mil metros quadrados de área construída; capacidade para 10 mil pessoas sentadas.

A construção se encontra no bairro do Brás, na cidade de São Paulo, próximo a sede nacional da IURD e por enquanto só pode ser visitado por caravanas (organizadas pela própria igreja através de uma empresa de turismo exclusiva) e por aqueles que adquiriram credenciais em qualquer uma das igrejas do grupo.

No rastro de tanta grandiosidade, já se divulgam notícias que nos dão conta de irregularidades quanto a construção da obra faraônica de Macedo. 

Conforme informou a Folha de São Paulo, a Igreja Universal teria fornecido informações falsas à Prefeitura de São Paulo para poder construir sua nova sede nacional.

A Igreja teria informado em 2006 que pretendia reformar um grupo de imóveis, incluindo uma antiga fábrica construída em área superior a 18 mil metros quadrados. Todo o complexo foi demolido para dar lugar ao novo templo. Por detrás disto, claro, seguem denúncias de corrupção na aprovação de obras na cidade dentre outras coisas muito escabrosas.

No entanto as questões técnicas e políticas para a construção deste empreendimento são menos relevantes do que o fato de uma instituição religiosa angariar tanto dinheiro e não pagar um centavo sequer de impostos.

De acordo com a revista Forbes, Edir Macedo (que não faz nada além de ser o "cabeça" da Igreja Universal e de seus empreendimentos) tem uma fortuna estimada em 1,1 bilhões de dólares, além de, inexplicavelmente, possuir passaporte diplomático brasileiro.

No Brasil, as instituições religiosas movimentam bilhões de dólares por ano sem pagar um centavo sequer de impostos. Na rabeira, seus lideres se tornam milionários da noite para o dia.
A presença da presidente da República, Dilma Roussef; de seu vice, Michel Temer; do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin; o prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Haddad (que facilitou todo o espetáculo); além de outros políticos como o prefeito da cidade de Salvador, ACM Neto; o governador do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão; além de senadores e deputados, mostra a perigosa proximidade do Estado Laico com líderes religiosos.

Não vamos esquecer que sobram processos criminais contra Edir Macedo, que já vem sendo chamado de "sumo sacerdote" por seus asseclas, o que, por si só, já desaconselharia que governantes fizessem questão de posar para fotos ao seu lado. Mas como a comunidade evangélica conta com algo perto de 40 milhões de votos, as denúncias de irregularidades na construção do suntuoso templo, assim como a ficha criminal do seu idealizador são as menores preocupações de nossos políticos.

No que diz respeito ao lado teológico, o templo é, literalmente, um "zero à esquerda".

Por óbvio que só existiu um único "Templo de Salomão", que foi aquele construído pelo Rei Salomão, filho de Davi, no século XI AEC. O chamado "Segundo Templo", construído por ordem de Ciro II  e remodelado por Herodes, o Grande, posteriormente destruído pelos romanos em  70 EC. Ambos foram construídos no mesmo lugar, o seja, o Monte Moriá (chamado de "O Monte do Templo") onde hoje se encontra a Mesquita de Omar, também chamado de "O Domo da Rocha".


De acordo com a teologia cristã, com o advento de Jesus Cristo desparece a figura do Sumo-Sacerdote (Jesus passa a ser o único intercessor entre os homens e Deus - Hebreus 6:13 - 7:28) e o "templo" seria seu próprio corpo que foi "destruído" e "reedificado" com a sua crucificação, morte e ressurreição (João 2:19). Não há, portanto nenhuma importância teológica deste templo para os cristão, sendo ele meramente uma igreja estilizada. 

A comunidade judaica internacional não vê a construção com bons olhos. Muitos rabinos e lideres religiosos judeus já manifestaram sua desaprovação e chamaram a iniciativa da IURD de "profanação dos símbolos religiosos judaicos".

Por fim, o "Templo do Rei Macedo" não passa de uma monumental igreja idealizada para impressionar os crentes e, claro, arrecadar muito mais para os cofres já cheios de seu idealizador. 



Imagem: Reprodução.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

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Sociedade - O Tigre, O Garoto e a Omissão


Há muitos dias não se fala em outra coisa, exceto sobre a tragédia (anunciada) do ataque de um tigre do zoológico de Cascavel (PR) a um garoto de 11 anos que teve seu braço dilacerado e, infelizmente, amputado devido a gravidade das lesões.

Nas redes sociais, a todo tempo, vemos publicações sobre o caso, opiniões das mais diversas culpando o pai, o garoto, o tigre, a administração do zoológico e até mesmo a Dilma. 

Como disse no início do artigo, era uma tragédia anunciada.

O garoto estava de posse de ossos de frango que, de acordo com o pai, havia conseguido após terem almoçado. Uma outra versão diz que na verdade o garoto estava com asas de frango cruas, mas isto não importa para a análise que queremos fazer.

Não é errado supor que um garoto de 11 anos de idade tinha consciência que leões e tigres são animais perigosos e predadores. Então, apesar da pouca idade, o menino entendia bem o risco e não foi "inocente" ao pensar que lidava com meros gatinhos. Pelas imagens nota-se certa familiaridade dele com aquele ambiente, o que nos leva a supor que não seria a primeira vez que fazia aquilo.

Se o pai do garoto foi omisso e irresponsável (e de certo o foi), as pessoas que estavam presentes e resolveram apenas filmar e alertar o pai sobre o perigo igualmente o foram. O garoto corria GRAVE E EMINENTE PERIGO e qualquer um que estava ali presente poderia ter intervido e o retirado dali, independente da presença do pai. Poderiam também ter acionado as autoridades (polícia, guarda municipal e/ou a administração do zoológico) e não o fizeram: preferiram ficar ali, filmando e esperando o desfecho trágico.

O Código Penal, em seu artigo 135 (Omissão de Socorro), diz o seguinte:

"Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou em GRAVE E EMINENTE FERIDO; ou NÃO PEDIR, nesses caso, O SOCORRO DA AUTORIDADE PÚBLICA: pena - detenção de 1(um) a 6(seis) meses ou multa.

Parágrafo único. A pena é aumentada de metade, se da omissão resulta lesão corporal de natureza grave e triplicada se resulta a morte." (destaques nossos)

Em uma análise fria, todos os presentes cometeram o crime de omissão de socorro ao garoto vitimado pelo animal, já que não interviram direta ou indiretamente para preservar sua integridade física. 

Como coordenador de equipe de socorro e resgate tenho conhecimento dos limites que a Lei impõe para este tipo de situação. Qualquer pessoa MAIOR DE IDADE, em pleno domínio de suas capacidades mentais, pode recusar atendimento médico ou socorro. Não é incomum pessoas acidentadas, ou mesmo vítimas de algum mal súbito, recusarem atendimento pelo SAMU, Corpo de Bombeiros ou outras equipes de resgate.

No entanto, menores, considerados legalmente incapazes, não podem fazer o mesmo, dependendo dos pais ou responsáveis para tanto. No caso em questão houve a clara omissão e negligência do pai, portanto qualquer pessoa poderia ter retirado o garoto do cercado.

Aliás, diga-se de passagem, que a partir do momento que o menino se aproximou da jaula seu pai já estaria sujeito a ser enquadrado no crime de abandono de incapaz, o que, por si só, permitiria a intervenção de terceiros na cena.


Em recente matéria no portal G1, o pai do garoto afirma que viu a situação e achou que estava sob controle, já que o LEÃO (vamos frisar para que todos entendam que não era um gato doméstico) esta tranquilo e que "(...) o  leão estava muito manso, eu estava prestando atenção nele, cuidado dele, com o pequeno no colo, mas achei uma situação tranquila”.

Ora, o sujeito vê seu filho enfiando a mão dentro da jaula de um LEÃO e acha que a situação é tranquila? Ainda fica olhando de longe, como se pudesse realmente fazer algo caso acontecesse o pior, como aconteceu, ao fazer o mesmo na jaula do tigre?

Diferente da versão do pai, testemunhas dizem que ele estava bem atento ao que o filho fazia e ainda o incentivava a interagir com o tigre.

Na sequência da reportagem, o negligente pai coloca então a culpa na "teimosia" do filho, na grade baixa, no fato do seu filho já estar "grandinho". Ou seja, todos erraram, menos ele que ficou olhando o garoto brincando com um LEÃO (frisemos de novo) e achou "tranquila" a situação.

Ao zoológico, em minha opinião, cabe a menor das culpas. 

Não há como prever que alguém, em sã consciência, pularia a cerca de proteção para colocar seu braço dentro das jaulas dos maiores predadores terrestres. Imaginar que um pai acharia "tranquila" a situação de seu filho de 11 anos fazendo carícias e dando ossos aos felinos, muito menos. Exigir que haja um funcionário próximo de cada jaula é inviável.

O que resta é torcermos para que inventem um zoológico à prova de idiotas. 

Aliás, melhor seria que não houvessem zoológicos.



Foto: Reprodução.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

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Sociedade - O Machismo politicamente correto

Leia com atenção o texto abaixo:



Em uma leitura rápida, a pessoa mais desatenta achará que faz todo sentido o que autor afirma sobre os cuidados que a mulher deve tomar, a roupa que deve evitar, onde deve andar, como deve se prevenir.

Mas não faz nenhum sentido e apesar de dizer o contrário é absolutamente machista. 

"Você, mulher, pode usar a roupa que quiser, mas existem estupradores por ai e o bicho pode pegar para o seu lado"; "use a roupa que quiser, mas saiba que seminua na rua você está se expondo ao risco".

Toda vez que se faz uma afirmação seguida de "mas..." a coisa descamba: 

Estatisticamente a maioria dos estupros são cometidos durante a manhã (entre 05:00 - 11:59 horas) e a noite (18:30 - 23:59 horas)¹, horários que coincidem com a ida/volta do trabalho/escola. O dia da semana em que mais ocorrem ataques é, pasmem, segunda-feira².

Alguém consegue imaginar uma mulher, em plena segunda-feira, indo para o trabalho ou para a escola/faculdade, "seminua"? Com "tetas de fora", com algum tipo de roupa provocante? Por óbvio que existem exceções, no entanto isto não justificaria as pretensões do "gênio" que escreveu esta bobagem.

Outro dado interessante é que 70% dos estupros são cometidos por parentes, namorados, amigos/conhecidos das vítimas, o que indica que o principal inimigo está dentro de casa e a violência nasce dentro dos lares.³

Voltando a análise do texto, o mesmo usa a "estratégia da barata" de morder e depois assoprar: a culpa é do estuprador, mas ajudaria se a mulher não saísse com roupas que o provoquem e, claro, esta postura não é machista só quero aconselhar que se previna.

Não sei muito bem qual seria o conceito de "seminua", já que para muçulmanos a mulher que não usa o hijab (véu) não está adequada e decentemente vestida. Para os mais radicais, a mulher deve usar a burka ou também estará trajada de forma indecente.

Para algumas religiões, a mulher não pode usar calça comprida (considerada "roupa de homem") e as saias devem ser talhares, caso contrário ela estará ferindo a "moral".

Na Índia, país com um número alarmante de casos de estupros, as mulheres se vestem de forma a esconder o máximo o corpo exatamente por saberem que são alvos de predadores sexuais. E, pelo visto, não tem adiantado muito.

Portanto, será mesmo, como sugere o texto, que se vestir de forma mais "comportada" é prevenção para se evitar agressões de natureza sexual? Como a mulher deve se prevenir da violência quem vem da pessoa que, para todos os efeitos, seria de confiança?

Percebam a comparação infeliz que o autor faz entre a exposição do corpo feminino e bens de consumo como "Rolex" e "Iphone", como se a mulher fosse mero objeto sujeito, a ser tomado de assalto, caso não se esconda.

O texto é machista e, desculpem a expressão, imbecil. Esconde-se atrás de um conceito estúpido de que a mulher que usa um vestido ou short curto, assim como uma blusa decotada ou uma calça mais apertada e reveladora de suas curvas contribui para ser vítima.

No fundo, apesar de dizer que não, joga nos ombros da mulher que não se "previne" a culpa de qualquer violência que venha a sofrer. Não quer ter seu 
"Rolex" ou "Iphone" furtado, então os esconda bem, não saia por ai ostentando. Não quer ter seu corpo violado, não sai por ai de "tetas de fora" e em roupas que a deixe "seminua".

Enfim, devo concordar com pelo menos uma coisa neste texto imbecil: estupradores continuarão existindo, queira ou não a mulher ou a sociedade. 
Isto é um fato.

Outro fato, porém, é que estes animais continuarão atacando mulheres estejam elas vestidas como freiras ou prostitutas e o machismo, mesmo que travestido de solidariedade como é o caso, não ajuda em absolutamente nada.

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¹ Fonte: Sinan/Dasis/SVS/Ministério da Saúde. Dados de 2011.
² Fonte: Sinan/Dasis/SVS/Ministério da Saúde. Dados de 2011. 

segunda-feira, 21 de julho de 2014

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Religião - Ateísmo: A moda do século?

Faz algum tempo que as redes sociais foram tomadas por uma guerra entre cristãos e ateus. O que vemos diariamente é uma troca interminável de ofensas, escárnio, ameaças, de ambos os lados, mas principalmente por parte dos chamados "crentes". E como "crentes" entenda aquele que crê em algo superior, metafísico, não somente evangélicos e afins.

Acontece que algo tão simples como ser ateu virou uma verdadeira bagunça, já que ambos os lados resolveram definir como um "verdadeiro ateu" deve agir e pensar. 

Os crentes, com o intuito de acabar com a militância ateísta nas redes sociais passaram a definir o "verdadeiro ateu" como um sujeito respeitoso, que não fala publicamente de suas convicções, que não fala contra religiões e seus deuses, que não se declara publicamente como tal. 

Enfim, trocando em miúdos, para este pessoal o "ateu verdadeiro" é aquele que se mantem dentro da caverna, escondido, sem direito a mostrar ao mundo que, sim, existem pessoas que não acreditam em deuses e em outros seres metafísicos.


E na rabeira ainda vemos surgir expressões como "ateu modinha", "ateu toddynho", "ateu de Facebook", como se não fosse possível que, realmente, existam pessoas que não acreditam em nenhuma força superior metafísica acima de nossas mortais cabeças. De forma proposital deixo de falar sobre quem acusa ateus de "adoradores de satanás" já que tal afirmação está acima do meu nível de tolerância à ignorância.


No outro canto, uma turma de ateus e agnósticos definem que "ateus de verdade" não podem ser machistas, misóginos, homofóbicos, conservadores, de Direita, não podem votar no candidato "X" ou "Y", devem ser contra militares, confundindo ateísmo com convicções políticas.

Hoje já se lê por ai sobre "líderes ateus", instituições que "representam os ateus" e defendem seus "interesses". Também temos "cruzadas anti-ateísmo" e "líderes religiosos" que combatem esta filosofia do capiroto.




Os argumentos são tanto, de ambos os lados, alguns que chegam às raias da idiotice, que se eu fosse listá-los aqui o texto ficaria por demais longo e massante. 

E o que dizer dos debates/confronto entre grandes nomes do ateísmo e teísmo, muitos deles cientistas renomados, com uma coleção de títulos que, com certeza, superam em muito o tamanho deste artigo? Ao final temos opiniões "isentas" dizendo que um ou outro lado venceu o debate e tudo fica por isto mesmo.


O fato é que alguns querem que ateus voltem para suas cavernas e outros querem institucionalizar o ateísmo.

Por óbvio que não há interesse dos religiosos em que as pessoas deixem de acreditar em deuses e assim fazer cair a movimentação financeira na ordem de bilhões de dólares anuais das quais instituições religiosas se beneficiam. Por parte de algumas instituições ateístas que andam surgindo aos montes por ai, interessa abocanhar uma parte destes "ex-fiéis" que, em sua grande maioria, está disposta a consumir livros, revistas, workshops, congressos, seminários, etc.


A institucionalização do ateísmo já gera dissidências, assim como acontece nas religiões, e vemos pipocar instituições ateístas em profusão mundo afora. 

Isto lembra um episódio do seriado "South Park" onde, em um futuro distante, o mundo está livre de religiões, todos são ateus, mas ainda existem conflitos sangrentos perpetrados por associações que lutam para decidir qual seria o melhor nome para uma instituição que reuniria todos eles: Liga de Ateus Aliados, Aliança de Ateus Unidos ou Aliança de Ateus Aliados.

E eu que pensava que ser ateu é simplesmente não acreditar em deuses.


quinta-feira, 17 de julho de 2014

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Política - Oremos por Israel... e pela Palestina?


Não é meu feitio ser politicamente correto.

Aliás, não tenho a mínima vocação para ser mais um em meio ao rebanho. Penso, logo existo e, principalmente, discordo do senso comum.


Então nada melhor do que estrear neste espaço falando sobre o atual conflito entre judeus e palestinos, afirmando que a maior parcela de culpa do mesmo é do governo de Israel, dominado por extremistas que simplesmente não reconhecem o direito dos palestinos viverem em um Estado independente.


Reprodução.
É uma hipocrisia ficar tratando Israel como vítima, sendo que nos últimos anos está sendo algoz.

Aliás, se fala muito em terrorismo palestino, em extremismo muçulmano, mas pouca gente sabe que foi através de atos terroristas perpetrados por judeus que se agilizou a criação do Estado de Israel como, por exemplo, a infame "Unidade 101" liderada por Ariel Sharon que espalhou o terror ao longo das fronteiras da Palestina na década de 1950, aterrorizando a sua população civil e obrigando-a a fugir de seus lares e terras próximas às fronteiras. Em 14 de outubro de 1953, Sharon e sua unidade cometeram um massacre na aldeia de Qibya (então sob direção jordaniana).

Na esteira da "Unidade 101" podemos citar o "Haganah", um grupo terrorista judeu clandestino que protagonizou a limpeza étnica dos nativos palestinos entre 1947-1949, que teve entre seus líderes Levi Eshkol, Menahem Begin e Shimon Peres.

Por conta do que o povo judeu sofreu durante a segunda guerra mundial temos a tendência de colocá-los como vítimas indefesas, pobres coitados que só querem viver em paz, mas a realidade não é bem esta. A extrema direita de Israel é belicosa, racista e tem perpetrado um genocídio silencioso de palestinos.

Estes ataques, sob o ponto de vista militar, não se justificam, assim como  o chamado "efeito colateral" (quando a população civil é atingida) não é aceitável e, certamente, alvos com importância militar dificilmente são conquistados. Na minha opinião, o que Israel faz há muitos anos é perpetrar um terrorismo de Estado com a desculpa de estar se defendendo.

O povo palestino está precisando mais de oração do que Israel pois está sendo massacrados pelo maior poder da região que inclusive conta com armamento nuclear. Se querem orar por Israel, orem para que gente moderada, de bom senso chegue ao Poder e reconheça o direito dos palestinos terem um Estado livre e independente.

Com todo o respeito que tenho aos povos envolvidos, está na hora de pararem de se basear em questões religiosas, promessas divinas de território e outras histórias da carochinha e começarem a viver no século XXI, encerrando 70 anos de luta inútil.

Nesta última semana, mais de 100 palestinos foram mortos ou feridos pelos ataques das Forças Armadas Israelense. As baixas do outro lado são mais modestas: de acordo com o a ONU, um militar israelense morreu desde o início das hostilidades e dois ficaram feridos em um acidente. O número de civis mortos levanta preocupações do Comissariado de Direitos Humanos da ONU de violações aos direitos humanos por parte de Israel.

O povo judeu tem direito a um Estado, igualmente o tem o povo palestino. Se o holocausto judeu foi uma das maiores chagas da história da humanidade, o Estado de Israel perpetrar genocídio contra o povo palestino é a repetição desta tragédia e com a condescendência da comunidade internacional.

Se vamos orar por uma causa, oremos pelo bom senso e pelas vidas, de ambos os lados, que estão sendo estupidamente ceifadas.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

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TdB - Chegamos a marca de 50 mil acessos!


Há menos de um ano nascia o Todo dia Blumenau, com o objetivo de informar e dividir informação, cultura, textos críticos e muitos outros escritos. Muita coisa aconteceu neste curto período de tempo, foram 389 diferentes postagens dos mais variados temas, prezando justamente pela diversidade na criação textual, dentro da proposta de ser um blog coletivo.

Ao analisarmos as estatísticas nesta semana, percebemos que os acessos ao TdB haviam superado a marca de 50 mil, número ainda modesto em comparação com veículos de maior tradição, mas que para os escritores do Todo dia Blumenau é uma grande conquista!

Aos leitores, que em meio a tanta informação disponível, dedicaram um pouco de seu escasso tempo para ler as nossas publicações, oferecemos nossos mais sinceros agradecimentos, mas acima de tudo, o nosso comprometimento em continuar fazendo do Todo dia Blumenau um porto seguro para quem deseja ter sua voz ouvida e prestar o melhor serviço a nossos internautas e leitores.


Equipe Todo dia Blumenau

quarta-feira, 2 de julho de 2014

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Política - Brasil: de 20º para 12º mais violento do mundo em dois anos

Por Luiz Flávio Gomes / Arquivo JusBrasil

As eleições estão se aproximando e nenhum candidato, até agora (ao menos publicamente) está dando a devida atenção para a violência epidêmica que está corroendo as bases do tecido social nem tampouco para o genocídio estatal macabro (que mata, por razões étnicas, raciais ou socioeconômicas, entre 5 e 20 mil jovens por ano, por meio de execuções sumárias, atingindo prioritariamente os de cor negra ou parda, favelizados ou periferizados). Esse mesmo genocídio massivo, que é fruto de uma política estatal nunca oficializada, também vitimiza centenas de policiais anualmente.


O Brasil, em 2010, conforme levantamento do Instituto Avante Brasil (baseado em dados do UNODC-ONU e Datasus do Ministério da Saúde), somava 52.260 homicídios (27,3 mortes para cada 100 mil habitantes); em 2012 apresentou crescimento de 7,8%, em números absolutos, registrando 56.337 mortes (29 para cada grupo de 100 mil habitantes). Levando-se em conta exclusivamente os países que atualizaram seus números em 2012, o Brasil passou da 20ª posição (em 2010) para a 12ª (em apenas dois anos e depois de feitos os ajustes numéricos pelo Unodc).

Interessante notar que, em números absolutos, o Brasil continua sendo o campeão mundial (56.337 assassinatos), deixando para trás Índia (43.355), Nigéria (33.817), México (26.037) etc. Para o ano de 2014, segundo projeção feita pelo Instituto Avante Brasil, estima-se que o número de mortes absolutas possa chegar a mais de 58 mil. Tudo isso significa que, no Brasil, são registradas mais de 10% das mortes de todo o planeta. Em onze anos (2002-2012) foram assassinadas no nosso país 555.884 pessoas (perto de 50 mil por ano). Jamais, no entanto, tínhamos batido a casa dos 56 mil. E mais: “o dado por até estar subestimado. Um estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que o volume de homicídios é maior e já teria ultrapassado a marca de 60 mil anuais. O aumento das mortes classificadas como “causa indeterminada”, desconfia-se, seria na verdade um subterfúgio de autoridades estaduais para maquiar a realidade” (Carta Capital 25/6/14: 30).

Quem levanta e estuda todos esses números é a criminologia, que deve ganhar autonomia absoluta frente ao direito penal, ou seja, aos seus conceitos legais e normas (profunda alteração epistemológica, consoante Ferrajoli: 2014/1: 83 e ss.). O penalista (com sua visão normativista) não consegue ver no cipoal de homicídios no Brasil uma grande fatia que é, na verdade, um genocídio massivo de responsabilidade direta do Estado (que mata muito no nosso país, por intermédio dos seus agentes e ainda provoca centenas de mortes destes mesmos agentes). Ferrajoli diz: “A criminologia deve ler e estigmatizar como crimes – crimes de massa contra a humanidade [destacando-se, dentre eles, o genocídio estatal] as agressões aos direitos humanos e aos bens comuns realizados pelos Estados e pelos mercados” (2014/1: 84). Os Estados e os mercados (frequentemente em conjunto) geram danos sociais imensos e já não podem ficar obscurecidos em termos de responsabilidade. Para que isso ocorra, necessário se faz “dar autonomia à criminologia, frente ao direito penal dos nossos ordenamentos assim como diante dos filtros seletivos formulados por ele mesmo” (Ferrajoli). Compete, em suma, aos criminólogos a denúncia de todos os “crimes” que geram danos sociais, ainda que não descritos, por ora, como tais, nas leis. O direito penal não pode limitar o estudo da criminologia, que tem diante de si a tarefa de ir até às últimas consequências pelo menos no que diz respeito ao genocídio massivo estatal (de jovens, negros, pardos ou brancos, favelizados ou periferizados).

terça-feira, 17 de junho de 2014

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Geral - 1º Censo de Tatuagem do Brasil

Por Revista Superinteressante - Edição Março/2014

Para descobrir quem são os tatuados brasileiros, a revista SUPERINTERESSANTE fez uma pesquisa inédita por meio das redes sociais, com mais de 80 mil entrevistados e 150 mil tatuagens mapeadas. Os resultados desse censo foram publicados na edição de março da revista. Confira abaixo alguns dados e depoimentos:

Fonte: http://super.abril.com.br

Fonte: http://super.abril.com.br

DEPOIMENTOS
Os participantes do Censo foram convidados a dividir suas histórias. Leia algumas delas:


“Fomos ao estúdio eu, minha mãe e minha vó”
Marina Formiga, 21 anos, quiropraxista
“Desde os 15 anos eu queria fazer uma tatuagem, mas minha mãe dizia que era melhor esperar até os 18. Quando chegou a hora, fui ao estúdio com ela e a minha vó. Foi a primeira vez para mim e a minha mãe, mas a minha avó já tinha feito uma.
Acabamos voltando alguns anos depois, no fim do ano passado, e dessa vez as três fizeram a mesma tatuagem: um elefante tribal e seu filhote no tornozelo. Ela representa a importância da figura materna, já que nós três somos muito unidas.”

“Quando fiz a primeira, tinha 57 anos”

Aldo Jung, 64 anos, jornalista
“Comecei a me tatuar fazendo o retrato do rosto de minha amada, em p&b, na parte superior do braço esquerdo, em henna. Foi antes das férias. Depois de perceber a reação das pessoas, ao voltar das férias fiz a tatuagem de verdade. No ano seguinte, completei o desenho, fazendo-a nua, até a cintura, emoldurada por um grande sol colorido. No outro ano, e no outro braço, tatuei um coração bem colorido, atravessado por uma faixa com o nome dela. Quando fiz a primeira tatuagem tinha 57 anos.”

“Minhas tatuagens são fruto de promessas”

Danielly Friedrich, 23 anos, jornalista
“Desde criança aprendi a amar o Bayern de Munique, um time alemão. No meu caso, sagradas são as tardes de terças ou quartas de Champions League, e as manhãs de sábado da Bundesliga. Nenhum vizinho entende o tanto que eu grito nesses horários. Minhas duas tatuagens são fruto de promessas: a primeira, em 2012, fiz quando estávamos prestes a ser eliminados da Champions pelo Real Madrid, mas conseguimos a classificação nos pênaltis. Infelizmente naquele ano perdemos o título em plena Allianz Arena, mas a alegria viria em 2013. Na final contra o Borussia Dortmund, abrimos o placar, mas levamos o empate. No desespero, não poderia me frustrar novamente após chegar tão perto, e prometi tatuar o lema do clube, "mia san mia" (“nós somos o que somos”). Veio o gol sagrado de Robben, morri e voltei de tanta felicidade, e cumpri minha promessa com a maior satisfação do mundo. Muitas pessoas podem achar bobagem, mas o sentimento de torcer incondicionalmente por um clube é incrível. Pena de quem não consegue se sentir desse jeito.”

“Tatuei meus ídolos de infância”

Rafael Geraldo, 30 anos, designer
“Tenho uma tatuagem no antebraço que é quase uma piada. Fiz quatro nomes de forma rebuscada e tradicional. A sensação, para quem vê de longe, é que é alguma oração ou algo muito sério. Mas quando lê com calma vê que está escrito: ‘Didi, Dedé, Mussum e Zacarias’. Isso mesmo, tenho uma tatuagem dos Trapalhões, meus ídolos de infância.”

“Preciso esconder minhas tatuagens para trabalhar”

Roberta, 24 anos, professora
“Sou professora do ensino fundamental e a escola onde dou aula é muito rígida. Outro dia estava em uma feira gastronômica de camiseta e com minhas tatuagens à mostra e dei de cara com um aluno… Precisei jogar o cabelo na hora para esconder a tatuagem. Se isso chegasse no ouvido da diretora, eu perdia o emprego na hora (ela tem muito preconceito com tatuagens). Ela diz que isso pode influenciar os alunos de forma negativa. Mas enfim, não penso em trocar de emprego porque gosto muito do que faço e da escola onde dou aula.”

“Meu chefe me discrimina e também tem tatuagem”

Rafael, 26 anos, eletricista
“Sempre fui discriminado no trabalho por minha tattoo ser ‘grande’ (ela começa no ombro e termina no cotovelo). Sempre trabalho de manga longa, mas mesmo assim meu gerente já pediu que eu nem entrasse na empresa de camiseta manga curta. Bom. Um dia estávamos conversando e ele me diz do nada que também tem uma tatuagem. E detalhe: é uma tentativa de quem não aguentou a dor. A tatuagem do cara era muito parecida com a minha, só que bem menor…”

“A tatuagem me libertou”

Michelle Antunes, 30 anos, arquiteta
“Sofri um acidente de carro quando tinha 18 anos, fiquei com uma cicatriz enorme na perna e não usava shorts ou saias por causa disso. Depois de muitas cirurgias, recebi alta para fazer plásticas para corrigir a cicatriz. Fiz uma só e decidi que não queria mais sofrer com anestesias e cirurgias, e preferi ‘sofrer’ ganhando um desenho lindo. Tatuei toda minha coxa com dois elefantes indianos maravilhosos que são minha paixão, mostro para todo mundo e não tenho mais vergonha de usar saia! A tatuagem me libertou.”

terça-feira, 10 de junho de 2014

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Geral - Brasileiros tem direito à isenção do imposto de importação para compras abaixo de 100 dólares

Por Tiago Albuquerque / Arquivo JusBrasil

Há muito tempo que somos taxados pela Receita Federal em nossas encomendas internacionais, compras abaixo de US$100,00 sendo taxadas sem a menor piedade, a "novidade" é que isso sempre foi ilegal!

Isso mesmo, você leu corretamente. ILEGAL!

Reprodução.

Encomendas abaixo de US$100,00 (cem dólares) não podem ser tributadas, está escrito na lei. A União tem que cumprir essa lei e o Ministério Público Federal deve fiscalizar. É responsabilidade do MPF fazer com que a lei seja cumprida. Você tem este direito!

Você deve estar pensando: "A Receita federal é um órgão do governo, não tem nada que eu possa fazer. Eu não tenho advogado, como um" simples cidadão "não tem nada o que eu possa fazer, certo?"

Não é bem assim...

Conheça Julio Benatti, um dos primeiros brasileiros que através do pedido de indébito conseguiu ter isenção do imposto de importação para todas as suas compras abaixo de US$100,00!



Como recorrer?

Existem duas formas simples de recorrer a sua tributação, primeiro eu vou explicar a mais procurada na internet que é um pedido de ressarcimento do valor que foi pago.

Pedido de Indébito (1º Opção)

A principal desvantagem é que é mais demorado. Mas pode ficar tranquilo que você receberá o dinheiro de volta.

Preciso contratar um advogado?

Não, mas se você quiser mais segurança é seu direito contratar um advogado. (Encontre um advogado)

Como fazer?

Procure o Juizado Especial Federal da sua cidade e dê entrada em um pedido de ressarcimento do imposto que você pagou.

Obs.: Não procure a Receita Federal, pois são eles que taxam as mercadorias e irão impor ínumeros procedimentos administrativos a fim de fazê-lo desistir da isenção do tributo.

Documentos Necessários:

RG
CPF
COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA
RECIBO DE PAGAMENTO DE IMPOSTO
Leve todos os documentos no setor de pequenas causas e faça o pedido.

Você pode utilizar o modelo "Ação de Repetição de Indébito - Ressarcimento do imposto de importação pago em mercadorias abaixo de 100 doláres"

Segunda opção

Assim que você receber a notificação dos correios sobre a taxa, leve-a com seus documentos até a Justiça Federal e dê entrada. O juiz vai expedir uma liminar obrigando os correios a entregar a encomenda sem pagar a taxa. Essa é a melhor maneira e mais rápida de retirar os pedidos.

Parece bom demais para ser verdade? Acredite, é possível.

Clique aqui e veja a matéria completa do JusVrasil, com a transcrição da Sentença do Processo do Julio Benatti.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

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Geral - 06 fatores que atrapalham a preparação para concursos

Por CERS Cursos Online / Arquivo JusBrasil
Porque muitos candidatos iniciam a preparação para concursos públicos e desistem antes da aprovação? São vários os fatores que atrapalham o estudo, como cansaço, pressão familiar, dificuldades financeiras. Confira como manter o foco nos estudos até conquistar a tão sonhada vaga no serviço público.
Imagem: Reprodução.
Ingenuidade quando se inicia o projeto
A aprovação nem sempre vem com a primeira oportunidade. Ou melhor: raramente vem. Concurso público é um projeto de médio ou longo prazo. Quem não se prepara para isso é derrubado na primeira frustração.
Cansaço extremo
Correr uma maratona é algo absolutamente extenuante. Assim é a preparação para as provas. No início, parece simples e possível. A pessoa está empolgada com o projeto e se sente cheia de energia. Com o passar dos meses, a empolgação começa a perder força na mesma medida em que o corpo e a mente reclamam do cansaço. Mas assim como na corrida, é possível romper a barreira em que parece impossível continuar. E nesse momento é importante lembrar que já foi trilhada a maior parte do caminho. O que significa que a chegada está próxima.
Pressão de familiares
Quem começa a estudar para concurso costuma enfrentar duas situações com a família e amigos: ou eles estão muito motivados e torcendo pelo candidato, ou não acreditam muito e pensam que, em breve, a pessoa vai desistir.
Nos dois casos, as pessoas não envolvidas com o projeto acreditam que tudo será resolvido em pouco tempo, no máximo um ano. Quando isso não acontece, podem fazer acusações e cobranças. O candidato corre o risco de ouvir de pessoas próximas que já deveria ter sido aprovado - o que causa uma profunda sensação de incompetência - ou que seria melhor desistir. Normalmente, quem tem vínculo afetivo com o candidato se ressente da falta de disponibilidade dele e dos momentos de convivência e anseia pela solução disso, que só viria com a aprovação ou mesmo com a desistência.
Cabe ao candidato aceitar que é muito difícil para quem está de fora entender a dinâmica do projeto. Nós sabemos que a aprovação demora alguns meses ou anos, e que isso não significa que ela não será alcançada.
Falta de dinheiro
Campeã de justificativa – e, infelizmente, a mais difícil de superar – é a questão financeira. Chega uma hora em que o dinheiro acaba e o candidato começa a responsabilizar as despesas com os estudos pela situação. Afinal, são investimentos com cursos, livros, transporte, inscrições em concursos. Tudo isso é agravado no caso dos candidatos que não estão trabalhando e optaram por dedicar-se exclusivamente à preparação. Mas é possível encontrar alternativas para continuar estudando. Há uma grande oferta de cursos que podem ser pagos em parcelas, há materiais gratuitos na internet. De todo modo, é preciso buscar em vez de lamentar. Saber pedir e aceitar ajuda. E lembrar que a falta de dinheiro já estava lá antes. O projeto concurso público começa justamente para a conquista de um trabalho seguro e bem remunerado.
Vergonha por reprovações
No decorrer da nossa vida escolar, somos acostumados a encarar reprovações como fracassos. O mesmo acontece quando vamos a uma entrevista de emprego. No entanto, projetos grandiosos implicam uma longa caminhada e algumas correções de rumo. Os tropeços na vida de quem está em busca de algo, alguém que deixou o seu espaço de acomodação e se lançou no desconhecido para conquistar uma vida melhor, são apenas ajustes necessários para o sucesso da empreitada.
Insegurança

De forma geral, o que observo é que o candidato só desiste quando duvida que seja capaz. Aí todos os motivos anteriores ganham força e tornam-se a justificativa perfeita. Infelizmente, é difícil lembrar nesse momento que os anos passarão e a vida continuará do mesmo jeito. Quem tem certeza (ou quase) de que a vitória está ali adiante segue em frente, haja o que houver.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

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Geral - Lei da Copa começa a valer. Veja o que muda pelo Brasil


Por Tiago Albuquerque / Arquivo JusBrasil

Exército e Força Nacional vão para a rua fazer com que regras não sejam desobedecidas

Começou a valer na última quinta-feira (22), nas 12 cidades-sedes brasileiras, a Lei Copa do Mundo. As regras foram sancionadas pela presidente Dilma Rousseff em 2012 e entram em vigor só agora, a pouco menos de um mês para o Mundial.

Também nessa semana, os estádios que servirão para o Mundial, tanto nos jogos como em treinos, foram entregues a Fifa, que passará a adaptá-los em seu padrão.

Veja a seguir o que muda com a Lei da Copa e as arenas nas mãos da Fifa:

- Os famosos vendedores ambulantes dos estádios brasileiros não poderão ficar próximos às arenas, tendo que trabalhar a uma distância de pelo menos 2km dos locais de jogos. Mesmo na Bahia, o famoso acarajé só poderá ser vendido por pessoas previamente credenciadas

- A Guarda Municipal ficará a serviço da Fifa. As prefeituras das cidades-sedes deixarão parte do contingente à disposição da entidade para fazer valer as regras da Lei da Copa

- As publicidades nas cidades que receberão jogos só poderá conter anunciantes oficiais da Fifa. Mesmo em paredes e cartazes, a uma distância entre 1 e 2 km dos estádios, só serão aceitas propagandas de produtos licenciados para a Copa...

- O mesmo vale para o comércio, que só poderá fazer promoções para produtos oficiais do Mundial. Os estabelecimentos que ficam próximos aos estádios terão que seguir à risca esses critérios

- Nos dias de jogos da Copa, os moradores das redondezas dos estádios receberão credenciais para poderem chegar a suas casas. O restante não poderá entrar em um raio marcado em torno dos locais a menos que tenham ingresso para a partida em questão

- As datas das partidas também, os Estados que receberão os jogos poderão optar por estabelecer feriados ou pontos facultativos

- As sedes só poderão ter festas e eventos na rua se as organizações conseguirem aval da prefeitura da cidade. A Fifa pretende tomar conta dessas atividades durante a Copa

- Os estudantes terão férias escolares especiais em 2014. Durante o período da Copa, eles devem folgar, mas cada cidade poderá decidir como fará com suas instituições

- Os bancos terão esquemas especiais para o mês da competição. Além dos feriados, as casas de câmbio também devem interferir no funcionamento deles

- A Força Nacional de Segurança, a Polícia Federal e o Exército vão para as ruas durante a Copa do Mundo. A ideia é aumentar o contingente para evitar manifestações violentas e descumprimento das leis

Fonte: http://esportes.r7.com/futebol/copa-do-mundo-2014/fotos/lei-da-copa-comecaavaler-vejaoque-muda-p...

segunda-feira, 5 de maio de 2014

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Geral - Errar é humano e perdoar é divino


Podemos acertar 300 vezes, mas seremos lembrados eternamente pelos nossos erros.

Não importa o quanto você faça certo, erre e verá como será lembrado.

Triste isso, as pessoas são condicionadas a ver o pior sempre. Está na hora disso mudar, "errar é humano" sempre se diz e "perdoar é divino".

Mas perdoar é complicado, dizer que perdoou é uma coisa, perdoar mesmo é outra.

Esquecer é impossivel, mas uma vez perdoado não se pode mais cobrar, a confiança perdida tem que ser recuperada caso contrário de nada vale perdoar.

E só voce pode fazer com que isso aconteça.

Mudar a sua postura é muito importante para que esse processo dê certo, não mudar por uma semana, mudar para sempre.
Nada mais pode ser como antes, começando por você! Sim é complicado mas a mudança não está nos outros e sim em você.
Você é responsável por sua vida e pela mudanças que você quer pra sua vida.

Muitas vezes as pessoas dizem " Ele ou Ela não muda" Claro!

Mude você, em consequência os outros ao seu redor mudam ou de atitude ou de casa. O importante é que com essas atitudes você será feliz e não terá remorssos e nem culpa pois você saberá que fez a coisa certa não só por você, mas por todos ao seu redor.

Tente e verá os resultados...

sábado, 12 de abril de 2014

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Geral - Dizem que os olhos são a janela da alma


Dizem que os olhos são a janela da alma, então, como tantas pessoas conseguem nos enganar?

Acho que os ouvidos nos cegam, pois são as palavras que nos iludem.

O que devemos fazer então, não ouvir mais, será que resolveria o problema?

Acho que não...

Talvez ouvir melhor e ver com mais clareza faça com que consigamos discernir o bom do mau.

Talvez pensar sem ouvir as opiniões alheias traria mais discernimento. Encontrar as respostas sem perguntar a ninguém o que faria no seu lugar, pois se o lugar é seu e é você tem que decidir o que fazer por si mesmo.

É muito fácil ter respostas e opiniões de quem não está vivenciando seu momento, de quem não está sentindo o que você sente.

Se estiver perdido apenas pare de tentar achar a solução em exemplos que não são seus, em vidas que não são suas, em sentimentos que você não viveu.

Sente e espere com calma, revise sua vida e então encontrará a resposta que tanto procura e lhe digo que muitas vezes você vai se surpreender, pois essa resposta pode ser algo que você jamais imaginaria.

domingo, 6 de abril de 2014

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Entretenimento - Aquecimento Para A 4ª Temporada De Game Of Thrones - Parte 5: – O Que Esperar Desta Nova Temporada (Sem Spoilers)


Este artigo não contém spoilers da 4ª temporada ou dos livros, mas pode conter spoilers leves das temporadas anteriores.

É hoje! Finalmente a estreia da 4ª temporada de Game of Thrones! Enquanto a hora não chega, vamos repassar 10 fatos bastante óbvios que permearão a continuação da série.


 Clique nos links e veja os artigos anteriores:

Top 10 coisas óbvias que todo mundo sabe sobre a 4ª Temporada de Game of Thrones


10 – Bran vai continuar crescendo 10 vezes mais que os outros personagens infantis

Não sei por quanto tempo Hodor conseguirá carregar Bran nas costas, o fato é que se não chegarem ao destino nesta temporada, vai parecer que Bran sofre da mesma doença de Robin Williams no filme Jack. Veja na parte superior da montagem abaixo, Bran sendo carregado por Hodor na primeira temporada e Bran na terceira temporada. Já na parte inferior, Bran e Arya na primeira temporada em comparação com como estão atualmente os atores que interpretam as crianças Stark. O que esse moleque anda comendo?



09 – Você não conseguirá pular as aberturas

É muito comum que as pessoas pulem as aberturas e sequências de créditos em séries de TV, mas eu duvido que exista alguém que faça isso com Game of Thrones. Com detalhes sobre os locais onde a trama do episódio acontecerá, além daquela música sensacional que você não conseguirá parar de cantarolar.



08 – Você irá gostar de um casal incestuoso que tentou assassinar uma criança inocente

Muitos podem até não gostar da Cersei, mas não há como não torcer por Jaime após sua jornada de redenção e entender o seu lado da história.



07 – Parece que Jon Snow foi alçado à posição de Galã Oficial

Com o Jovem Lobo fora da jogada, toda a atenção feminina se volta para Jon Snow, que apesar de “não saber nada”, tem abalado nos posters e fotos promocionais.



06 – Daenerys continuará sendo a nossa musa

Não resta dúvidas que Daenerys, a Filha da Tormenta, Não Queimada, Mãe de Dragões, Quebradora de Correntes e Aquela Cujos Seios Desafiam a Gravidade, continuará sendo a rainha da beleza de todo o mundo conhecido, mas vale ainda uma menção honrosa para Ygritte (Beijada pelo fogo), Margaery Tyrell (A Pequena Rainha) e Cersei Lannister (A Rainha MILF).



05 – Haverá personagens que você não conseguirá lembrar o nome

Eis o desafio:



04 – BOOBS!

Sim, a nudez continuará sendo basicamente feminina e com média de mais de 5 seios por episódio.



03 – Tyrion continuará proferindo frases de efeito

Tyrion é um personagem tão sagaz, que no ano passado foi lançado o livro “A Filosifia de Tyrion Lannister”. Não restam dúvidas que ele continuará sendo a mesma metralhadora verbal.



02 – Os dragões estão crescendo

As cenas com dragões estão ficando cada vez mais complexas e, por consequência, mais caras. Então, não espere que eles apareçam toda hora, mas quando aparecerem, será de explodir a cabeça.



01 – Todos os homens devem morrer

Você não achou que George R. R. Martin, Primeiro de Seu Nome, o Matador, Grande Genocida e Senhor Barba Branca iria parar de matar nossos personagens favoritos após o Casamento Vermelho, né? Então, tome como aviso o principal slogan desta temporada, Valar Morghulis. E prepare-se para ouvir “The Rains of Castamere



"The Rains of Castamere" com legendas em português

Este post foi uma adaptação de listas já divulgadas nos sites dorkly.com e bustle.com, porém, com a adição de alguns itens por minha conta. Espero que tenham gostado desta série de publicações e que a 4ª Temporada seja a melhor até agora! The winter is coming, Always, but so are the dragons!

Trailer da 4ª Temporada