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domingo, 3 de novembro de 2013

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O deus do trovão está de volta, mas é o deus da trapaça e da travessura quem rouba a cena!

Por Rafael Alexander Marghotti

Estreou na última sexta-feira Thor: O Mundo Sombrio, dando sequência à saga do príncipe asgardiano e ao universo Marvel.


Sinopse


Imagem: Reprodução
Enquanto Thor (Chris Hemsworth) liderava as últimas batalhas para conquistar a paz entre os Nove Reinos, o maldito elfo negro Malekith (Christopher Eccleston) acordava de um longo sono, sedento de vingança e louco para levar todos para a escuridão eterna. Alertado do perigo por Odin (Anthony Hopkins), nosso herói precisa contar com a ajuda dos companheiros Volstagg (Ray Stevenson), Lady Sif (Jaimie Alexander), entre outros, e até de seu irmão, o traiçoeiro Loki (Tom Hiddleston), em um plano audacioso para salvar o universo do grande mal. Mas os caminhos de Thor e da amada Jane Foster (Natalie Portman) se cruzam novamente e, dessa vez, a vida dela está realmente em perigo.

As primeiras impressões em relação ao filme são boas, uma trama concisa que contrabalanceia muito bem os momentos de tensão e os alívios cômicos, melhor que o primeiro Thor e sem sombra de dúvidas melhor que Homem de Ferro 3, fato que de certa forma é um alívio para os fãs do universal Marvel, que temiam que as coisas descambassem para a galhofa de agora em diante.
Gostei muito do fato da trama ser bastante focada em Asgard, mostrando Midgard (Terra) apenas quando necessário, a direção de arte cuidadosamente preparou cenários dignos da realeza mitológica nórdica, assim como os efeitos visuais evoluíram bastante em relação ao primeiro, as cenas externas e paisagens estão muito melhores. E as batalhas? Excelentes! Com certeza o diretor Alan Taylor aprendeu muito dirigindo episódios de Game of Thrones.

Imagem: Reprodução

Frigga (Rene Russo) teve uma participação mais ativa e importante para a trama, o que contribuiu de maneira muito positiva para a Trama, Thor e Odin seguram as pontas como sempre, mas, novamente a grande estrela da película foi o Deus da Trapaça e da Travessura, Loki. É impressionante como o vilão consegue ser mais carismático que o herói, mas os trejeitos, os sarcasmos e a personalidade que Tom Hiddleston deu a Loki fazem com que ele se destaque até mesmo no filme dos Vingadores, frente a presença do fanfarrão Tony Stark.
Imagem: Reprodução
Como aspecto negativo, cito a participação de Jane Foster, apesar de gostar muito de Natalie Portman como atriz, acho que sua personagem está deslocada nesse roteiro, tentaram encaixar uma história de amor em meio a um conflito cósmico-mitológico, mas para isso o roteiro se utiliza de coincidências um pouco difíceis de aceitar.

O núcleo de vilões não possui nada de especial, mas conduz o enredo de forma crível para um final interessante. E como era de se esperar, alguns elementos durante o filme fazem a ligação com os demais filmes do universo Marvel, destaque para a cena no meio dos créditos, que puxa o gancho para “Os Guardiões da Galaxia”, previsto para agosto de 2014. 


"Eu dei minha palavra que voltaria."

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