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sábado, 30 de novembro de 2013

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Trânsito e Quadrinhos - Neurose no Trânsito - Quadrinhos dos anos 70 retrata situações de violência por trás dos volantes.

Por Mauricio Castro Lima / Arquivo Blog Old Races
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A violência no trânsito das grandes cidades brasileiras já era uma preocupação no final dos anos 60 e início dos anos 70, conforme podemos constatar por meio dos quadrinhos publicados na revista Quatro Rodas nº136 de Novembro de 1971.

Imagem: Revista Quatro Rodas

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Poesia - A Melhor Saída

Por Carlos Eduardo Velozo

O quão somos incertos,
as vezes nada espertos,
queremos o melhor de perto,
mas ficamos boquiabertos
com o banal encoberto!
Precisamos ouvir um conserto
para nosso coração estar liberto,
uma música que dá aperto,
que nos tira do incerto!
Pois para sairmos do deserto,
a melodia do amor é o certo,
assim temos Deus de perto
de coração aberto!


sexta-feira, 29 de novembro de 2013

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Trânsito - Jovens representam maior risco para violência no trânsito.

Imagem: Reprodução
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Por André Mags andre.mags@zerohora.com.br
Publicado originalmente no Jornal Zero Hora  Rio Grande do Sul em 21/09/2013

Costume de tomar altas quantidades de álcool em pouco tempo deixa eles mais expostos a acidentes.

Imagem: Reprodução
Aurinez Rospide Schmitz e Flavio Pechansky lembram que os motoristas reincidentes representam um problema grave de saúde pública, mas os jovens bebedores ocasionais são mais perigosos no trânsito. Eles praticam o chamado binge drinking, como é conhecido o costume de tomar altas quantidades de álcool em pouco tempo nos Estados Unidos.

O problema é que, diferentemente dos dependentes de álcool, que são mais velhos, os jovens têm ainda mais dificuldade em estipular um limite para a bebedeira e sua experiência de trânsito é menor. Por isso, os adeptos do binge drinking levam mais perigo às ruas e às estradas do que os alcoolistas veteranos.
Imagem: Unimed
- O problema mais frequente entre os motoristas que bebem não é o alcoolismo e sim a violência e os acidentes de trânsito. O bebedor episódico, por exemplo, é o que causa mais acidentes -  afirma o médico especialista em dependência química Sérgio de Paula Ramos.

Foi devido ao número expressivo de acidentes à noite e durante a madrugada envolvendo jovens e relacionados ao consumo de álcool que o Detran criou a operação Balada Segura. Por meio da operação, Detran, Brigada Militar, órgãos municipais de trânsito e outras entidades realizam blitze para retirar das ruas os condutores embriagados.

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Atendimento ao Consumidor - Satisfação antes da compra, porque somos tão mau atendidos?

 Por Silvana Rudolf
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Um tema muito discutido nos dias de hoje é o mau atendimento, isso em todos os segmentos.

Imagem: Reprodução
Quando entramos em uma loja ou nos sentimos como um fantasma que circula a loja inteira e ninguém vê, ou somos seguidos,  não entendo se o atendente quer nos ajudar ou nos vigiar com medo que possamos roubar alguma coisa.

Bom dia, boa tarde, boa noite, não se ouve mais. Como vai? Ou posso ajuda-lo? Também dificilmente ouvimos, já escutei “O que tu qué?” Nesse caso eu respondi “Nada” e fui embora, porque ninguém merece.  Já cheguei em um estabelecimento procurando um produto de elétrica e pedi ajuda à vendedora, esta me fez segui-la pela loja inteira, perguntou se eles tinham o produto a 3 outras vendedoras e por fim disse que não tinha, me mandou procurar no setor de construção no piso inferior me dispus a ir lá e me informaram que esse produto era vendido na parte de elétrica no piso superior exatamente o local que eu tinha vindo, é claro que eu desisti. Quando alguém fica me seguindo eu também viro as costas e vou  embora. Quando entro em uma loja e ninguém me percebe novamente eu procuro outro lugar.

Hoje temos muitas lojas de autoatendimento não sou contra, até acho legal, mas tem horas que ficamos com alguma dúvida e não encontramos ninguém para sanar esta dúvida ou simplesmente nos orientar, quando encontramos essa pessoa ela sabe menos do que nós.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

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Trânsito - Campanhas educativas e preventivas de atropelamentos em Blumenau: alguém sabe o que é isso?

Por Márcia Pontes
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Já são 250 atropelamentos pelas ruas de Blumenau desde o primeiro dia de 2013 até o dia 27 de novembro. Muitos deles, em cima da faixa de pedestres. Já tivemos mortes também por atropelamento enquanto o pedestre atravessava em cima da faixa de segurança.
Imagem: Reprodução
Crianças atropeladas no caminho ou em frente a escola também virarem estatísticas embora todo mundo saiba que nestes locais a velocidade deve ser reduzida, existe placa de advertência e faixa de pedestres.

No bairro da Velha, onde moro, tivemos mortes que poderiam ser evitadas.

Mas, o que chama à atenção é que o poder público de Blumenau investe somente nas orientações aos escolares. Não temos e nunca tivemos uma campanha educativa e preventiva de atropelamentos na nossa cidade que envolvesse a população de verdade. Em 2008 de forma muito branda veiculou-se um filme de 30 segundos em que o pedestre era aconselhado a atravessar na faixa para não dar zebra. E só.

E porquê não funcionou? Por quê esse tipo de mensagem sozinha e descontextualizada de outras ações integradas não dão resultados. Para quem acha que a campanha funcionou, porquê não continuaram com ela? Porquê não melhoraram as estratégias e não deram continuidade?

Imagem: Reprodução
Uma coisa que eu digo e repito: não adianta só investir em ensinar as crianças na escola a atravessar a rua com segurança se os pais e a população em geral não forem envolvidos em campanhas de massa. Porque o que vai acontecer é que na via pública o pai vai agarrar essa criança pelo braço e sair puxando para atravessar rápido em meio aos carros.

Espera-se com essas campanhas educativas na escola que em respeito ao pedido do filho os pais passem a dirigir e a atravessar a rua com mais cuidado, mas temos que entender que para dar certo temos que incluir a população em geral.