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terça-feira, 18 de março de 2014

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Cultura- Games são uma forma de arte?

Sim, você pode se emocionar com um game. E muito.

Journey: Um dos games mais aclamados de 2012

A discussão é antiga, e fica mais forte, com novos jogos que não estamos acostumados chegando. Eles não são feitos paras os Gamers Hardcore. E sim para um público menor (Comparado ao público dos games de tiro em primeira pessoa, que são os mais vendidos do mundo).
As vezes tudo o que temos que fazer, é parar um pouco nossa vida agitada, olhar para a TV, e encarar como uma pintura, algo que alguém criou e espera que o público busque uma interpretação de sua obra, assim como um quadro, uma pintura, uma música, uma verdadeira obra de arte.


Pra quem acha que games são uma forma fútil de se perder tempo, saiba que até a ministra da cultura marta suplicy voltou atrás do que disse, e declarou que os Games são cultura (Relaxa e Joga).
Assim como um livro, teatro e cinema, temos as boas obras e as ruins, basta apenas filtrá-las.

segunda-feira, 17 de março de 2014

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Sociedade - Blumenau, Era uma vez uma ponte.

Transcrevo aqui, na integra, o discurso do Alemão (Rodolfo Souza Neto) feito na Câmara no dia 13/03, onde defende o antigo projeto da ponte da ponta aguda, que misteriosamente defendida pela ACIB, agora mudam de opinião e aceitam o novo projeto, pelo jeito, Napoleão não vai construir tão cedo a ponte prometida na eleição.

Boa tarde presidente demais vereadores da mesa e presentes.

Agradeço a oportunidade de podermos nos manifestar nesta casa,

Venho hoje aqui em nome do movimento ponta aguda cidadã, e dos moradores do bairro ponta aguda.
Venho falar sobre a nova ponte do centro que teve seu estudo de impacto de vizinhança publicado no dia 05 de março, quarta feira de cinzas, audiência publica marcada para 12 dias depois, dia 17 de março, e o encaminhamento para aprovação no coplan no dia 19 de março. ASSIM RÁPIDO MESMO!

Gostaria de começar com um breve relato dos acontecimentos

Os moradores do bairro ponta aguda, acompanharam os debates por muitos anos sobre a nova localização da ponte do centro, ate que em 2011, foi apresentado o local definitivo, a rua chile e rua Rodolfo Freygang. todos os trâmites legais, como ,eiv, apresentação de licenças ambientais, audiência pública, além de passar por todos os órgão públicos necessários, foram cumpridos. Um concurso nacional, com as regras da própria prefeitura, foi realizado, para a escolha do tipo de ponte.

Gastou-se mais de um milhão e meio de reais até este ponto. Com a aprovação a prefeitura fez um projeto junto ao banco interamericano de desenvolvimento, que foi aprovado, restando somente , fazer a licitação para o inicio das obras. mas na campanha eleitoral do ano de 2012, o atual prefeito, colocou como bandeira de campanha a mudança de localização da ponte acima citada.

No decorrer da campanha esta mudança não ficou clara, apenas que o local estava errado após vencer as eleições, o prefeito manteve a ideia, nomeou em dezembro de 2012 o secretario de planejamento, que somente a partir dai , buscou dar continuidade a essa ideia, e começou a fazer estudos de onde colocar essa nova ponte.

Durante o ano de 2013, pelo menos três lugares diferentes, e três tipos de pontes foram apresentados, apesar dessa incerteza a afirmação sempre foi de que esta troca era eminentemente técnica, mesmo que durante todo este período não tenha sido apresentado qualquer parecer técnico ou a empresa ou pessoa que havia dado este parecer. Finalmente decidiu-se pela ponte ligando a rua itajaí a rua Paraguai, inicialmente com um viaduto sobre a rua itajai e quatro pistas, depois optou-se por um rebaixamento de rua e duas pistas .

Este local foi bastante controvertido, pela sua localização num sitio histórico em uma curva de rio. frente a uma flagrante desordem na condução dessa decisão técnica, o ministério público entrou com uma ação, questionando a mudança e a licitação. apesar de ganho liminarmente a mesma foi derrubada, mas o processo no judiciário continua.Nós moradores da ponta aguda, durante todo esse processo nos mobilizamos, participamos de audiência pública promovida pela câmara de vereadores, procuramos a secretaria responsável pela decisão. sempre houveram respostas evasivas quanto à configuração do trânsito em nosso bairro, nunca se apresentou proposta definitiva. Houve um compromisso da prefeitura, em que tomada a decisão quanto ao sistema viário, seriamos chamados para uma apresentação e discussão sobre o mesmo.

Fomos surpreendidos quando foi publicado o eiv, pois todos sabemos que aquilo ali proposto é o que será feito, não somos inocentes de aceitar que o debate na audiência pública , terá qualquer efeito de mudança, senhores vereadores todos sabemos que as audiências públicas são apenas consultivas e não deliberativas, são apenas uma forma de dar legalidade e a falsa impressão que a comunidade participou dessa decisão, ou será que algo tão complexo pode ser melhorado, modificado significativamente em um debate de uma hora?

O que mais chama a atenção é que nesse eiv, se desrespeita claramente o plano diretor da cidade, pois esta ponte não foi contemplada nele, o sistema viário proposto vai totalmente contrário ao que diz o plano diretor que foi aprovado por essa casa, este eiv , diz claramente que as diretrizes do Blumenau 2050 plano elaborado pela prefeitura , por essa câmara e por entidades representativas da cidade esta equivocado, plano esse que o senhor prefeito , assumiu seguir. As propostas viárias vão de um rebaixamento na rua itajai, sem o devido estudo geológico, da colocação de 4 pilares dentro do rio , mais dois na calha do rio, sem os devidos estudos hidrológicos. Falam em viadutos em áreas urbanas, coisa que no mundo inteiro é tido como ultrapassado, vide os casos do Rio e São Paulo , onde vem sendo implodidos um a um, sem mencionar o uso desses viaduto como depósito de pessoas com problemas sócio econômicos, vide cracolândia.

Citam o custo menor dessa ponte em torno de 30 milhões, mas não falam dos valores das indenizações necessárias, dos custos dos viadutos, dos custos necessários para implantar todo esse novo sistema viário. A decisão por uma ponte pobre arquitetonicamente, numa das áreas mais lindas da cidade, mais parecendo uma ponte de rodovia, o compartilhamento da ciclovia com pedestres, sem mencionar em nenhum momento a interação com o complexo ciliar da margem esquerda, em nenhum momento afirmam que essas modificações serão efetivamente feitas, ou que as verbas para as mesmas estão garantidas, fazem uma comparação de custos com a ponte aprovada para rua chile, usando um subterfugio para enganar a população, pois aquela ponte , como não tem pilares no rio, custa muito mais caro.

Afirmo aqui senhores vereadores:

Uma ponte , no mesmo modelo da proposta na rua Itajaí , na rua Chile, custara muitíssimo mais barata que a aqui proposta, pois as intervenções serão muito menores. Desafio a prefeitura a me desmentir, tudo isto nos leva a vir a essa casa pedir socorro, sabemos que a audiência passará e o dever burocrático terá sido cumprido, sabemos que será aprovado no coplan, o mesmo coplan que aprovou a ponte da rua Chile, e que nesse novo eiv, diz claramente que foi uma decisão equivocada, como confiar numa nova decisão desse mesmo órgão, o mesmo secretario que decidiu pela rua chile, diz que se equivocou naquela época, bem, é muito provável que esteja equivocado agora. Quero reafirmar aqui, os moradores da ponta aguda sabem e aceitam que haja uma nova ponte no bairro, estamos prontos para recebê-la, mas essa proposta apenas tira o trafego da beira rio e das pessoas que vem do Garcia e joga na frente das nossas casas, sem dar a ele a fluidez necessária.

Portanto convocamos os nobres vereadores e estarem ao nosso lado, buscar o bom senso, para uma discussão mais aprimorada, mais participativa, que a prefeitura efetivamente apresente um estudo em que ela se comprometa efetivamente a fazer, não entrei em detalhes técnicos, mas para os senhores entenderem o que eu digo, busquei o um detalhe para exemplificar a proposta viária apresentada. Nesta proposta a ponte Adolfo Konder terá em 2016 , apenas uma faixa para todos os veículos que vierem ao centro entrarem na beira rio, se hoje nesta área os engarrafamentos são quilométricos, imaginem em 2016.

Finalizando, sr presidente, pedimos o máximo empenho dos senhores para evitar que se faça na ponta aguda o novo trevo da Mafisa, onde enormes verbas foram depositadas e hoje os moradores continuam a não ter a mobilidade exigida. Senhores vereadores a ponta aguda pede ajuda, pede socorro!


Créditos das Imagens: Reprodução
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Sociedade - Embarque agora: Os Pontos de ônibus de nossa cidade!

Por: André Luciano Heerdt

Sem manutenção, limpeza e abandonados no tempo, os pontos de ônibus de Blumenau, além da sujeira habitual, muitos estão abarrotados de publicidade ilegal e cartazes, uma afronta à beleza que a nossa cidade merece.
  
  No centro da cidade até que os pontos foram valorizados, modernizados. A população dispõe de ar-condicionado e proteção da chuva, já ao contrário acontece nos bairros. Perto de escolas, postos de saúde entre outros, é preciso ter paciência e um certo jogo de cintura para se proteger da chuva e também da possibilidade de se estar com compras de supermercado ou coisas do gênero. 
    
    Hoje talvez o principal ponto turístico da cidade de Blumenau, ponto obrigatório para vêm conhecer a cidade é o Parque Ramiro Ruediger.  que deveria ser um "cartão postal da cidade", é o exemplo mais vergonhoso para qualquer munícipe. Já que o local do Restaurante Frohsinn está abandonado e sem solução imediata para uso turístico. Então, como levar parentes e amigos para passear e não perceber o abandono, o descaço público? Vejam o ponto de ônibus bem em frente a entrada do Parque em algumas imagens amadoras de celular:

      Neste ponto que fica na entrada do parque, ainda se encontram adesivos de Ana Paula (ex- candidata a prefeita) e de Ivan Naatz (ex- candidato a vereador), ambos rasgados, mas identificáveis.Na parte de trás, parte do revestimento de lata, está aberto e tornasse um perigo cortante para qualquer um. 

        




      

       



E continuando a falar do Parque,  que é o principal ponto para a prática gratuita de esportes, lazer, corrida e caminhadas, vejam como estão as lixeiras do local, já denunciadas pelo Blog do Jaime e após  mais de 20 dias, continuam do mesmo jeito, sem identificação da maneira de reciclagem, sem tampas, sem sacos e que exemplo podemos mostrar para nossos filhos, que crescem sendo educadas no parque? Local excelente para aplicabilidade de idéias Sustentáveis, local lindo e amplo para Projetos que beneficiem todos como especificação de espécies de árvores, identificação de flora e fauna.

Andando pela cidade, você encontra de tudo. Pontos de ônibus sem placas identificando que ali é uma parada, escondida atrás de um poste, o que mostra a ineficiência de uma política para melhoramento dos abrigos de pontos, uma política eficaz para manutenção dos matos ao redor. Não podemos culpar unicamente a Gestão Atual do Poder Público, porque se voltarmos a uns 12 anos atrás, tudo era e continua do mesmo jeito. O custo para realização e melhoramento dessas coisas é bem mais baixo que manter o aluguel por exemplo da Câmara de Vereadores de Blumenau, na qual foi retirada da Prefeitura send oque agora querem construir a sede própria. Ou seja, não há uma inversão  de valores neste caso? 
      É quase impossível encontrar um ponto de ônibus bem conservado e sem poluição. Fora da lei, empresas de oferta de crédito, igrejas, cestas de café, cursos de porteiro, vagas para emprego, anunciantes de tatuagens em domicílio usam as paradas dos coletivos municipais e intermunicipais como classificados públicos. Não há multas para essas publicidades, não há punição ao abandono da Gestão Pública.



Neste ponto do Bairro Água Verde, é assim toda semana, todos os dias: lixo, pichação em muro particular. Parte da culpa neste caso, pode ser dado as pessoas, que ao verem tanta sujeira, poderiam colocar a sua, em outro local. Talvez já que existe uma escola nas proximidades, daria para se fazer uma Educação Recreativa com as crianças, ensinando a zelar pelo patrimônio de todos. Em dias de chuva, não têm como se esconder. Sem contar os atrasos dos ônibus, principalmente da Linha 902 - Loteamento Primavera, que são frequentes, diários podemos dizer. Melhor evitar, mas não seria correto incentivar o uso do Transporte Público?

Agora a população passa por mais um colapso. O Aumento da Tarifa de Transporte Público na cidade. Aumento que no ano de 2013 foi então derrubado por uma ação do então vereador Jefferson Forest, isentando o Consórcio mantenedor do ISS, foi aceito e aprovado. A tarifa que era de R$ 2,90 voltou a R$ 2,75 e agora em 2014 o Consórcio alega que os altos custo de combustíveis e salários obrigam ao aumento para R$ 3,00. Como o tempo passa, as pessoas esquecem, lá vêm o Poder da Administração Pública com aumento acima do que já foi dado e revogado anteriormente. Mas não é caso único em Blumenau, apesar da cidade não ser Metrópole e estar longe desta situação o Ipea indicou que, de 2000 a 2012, a passagem subiu 67% a mais do que o IPCA. No período de 2000 a 2012, a tarifa de ônibus aumentou 192%, portanto 67% acima da inflação oficial (IPCA), que foi de 125%. Esses números são de um estudo publicado no mês de julho de 2013, pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), com abrangência nas principais regiões metropolitanas do país.
No caso de Blumenau, as Manifestações tomaram a rua, e vão voltar a tomar, mas que venha também, para exigir do Poder Público, o fim do monopólio que é o Consórcio mantenedor do Transporte, a abertura de Licitação para novos interessados em assumir e fazer os investimentos necessários para a melhoria do transporte e não simplesmente sempre alegar que o aumento é para cobrir despesas e custos. A falta de uma Política Pública para o Transporte é necessária e urgente. Se os boatos do passado que os mantenedores do Saneamento e do transporte bancaram a eleição destes que estão aí, é hora de dar um basta e o fim deste laço, ou corremos o risco sério de vivenciamos uma guerra sem fim entre população e tomadas de decisões contrárias aos anseios da mesma.

O povo está no seu direito, porque os verdadeiros vândalos, não não o povo e sim os vândalos do erário público que assaltam engravatados  todos os dias nossos bens e levam nossa dignidade. Somos contra a violência, porque não se justifica nada agressões e até feridos, mas o exemplo de parar e cobrar um diálogo para se chegar ao bem coletivo, isso sim precisa ser apoiado. A voz do povo é a voz que clama pelo bem de todos.



Créditos das Imagens:

1ª Imagem: Reprodução - ponto de ônibus Ramiro Ruediger
2ª Imagem: Reprodução - ponto de ônibus Ramiro Ruediger
3ª Imagem: Reprodução - ponto de ônibus Ramiro Ruediger

4ª Imagem: Reprodução - lixeiras do Parque Ramiro Ruediger.
5ª Imagem: Reprodução - ponto de ônibus
6ª Imagem: Jaime Batista
7ª Imagem: Jaime Batista

domingo, 16 de março de 2014

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Trânsito - O que significam aquelas linhas brancas pintadas no asfalto da Rua Governador Jorge Lacerda?

Essa é uma pergunta que muitos motoristas e moradores do bairro da Velha se fazem e para a qual a maioria ainda não encontrou explicação. As linhas brancas pintadas no asfalto da Rua Governador Jorge Lacerda são uma novidade no trânsito do perímetro urbano na cidade e bem que mereciam uma notinha esclarecedora da prefeitura explicando à população do que se trata, porquê foram pintadas e o que essa sinalização significa.

Este tipo de informação é importante porque após um acidente nas primeiras horas da manhã do dia 13 de março em que um condutor perdeu o controle do veículo bem em cima das linhas brancas, um morador reclamava: “isso aí não serve prá nada, só para deixar o asfalto mais escorregadio e depois dá nisso!”

Ocorre que esta sinalização que ninguém conhece porque quem deveria informar a população do que se trata não explicou, é justamente para estimular o motorista a reduzir a velocidade em curvas perigosas como a do local, ainda mais em dia chuvoso.

É que alguns assuntos sobre trânsito, por mais simples que pareçam para os profissionais ou para quem entende de trânsito, podem parecer óbvios, simples demais, mas não é bem assim para os usuários da via. Além disso, a população não respeita o que não conhece.

Para quem está acostumado a dirigir na BR a sinalização até que soa familiar, pois se parece muito com aquelas linhas brancas pintadas sempre próximas aos postos da Polícia Rodoviária estadual ou federal. Mas, porquê na Rua Governador Jorge Lacerda?

Essa também foi uma pergunta dos representantes do Conselho Comunitário de Segurança do bairro da Velha diante da curiosidade de quem os questiona, o que aproveitamos para explicar em uma das reuniões ordinárias. Pergunta para um, pergunta para outro e ninguém até então sabia a resposta.

Essas linhas brancas que amanheceram pintadas no asfalto numa das principais vias de acesso ao bairro da Velha e que pegaram muita gente de surpresa chamam-se Linhas de estímulo à Redução da Velocidade (LRV).
Sempre na cor branca, a LRV é um conjunto de linhas paralelas que, pelo efeito visual, induz o condutor a reduzir a velocidade do veículo em pontos críticos da via, onde os gestores do trânsito desejam que ela seja reduzida para evitar acidentes.

A LRV pode ser utilizada antes de curvas acentuadas, declives acentuados, cruzamentos rodoferroviários, ondulações transversais ou onde estudos de engenharia indiquem a necessidade. No entanto, o Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito, volume IV, não recomenda a generalização de seu uso para preservar assim a sua eficácia, o que seria um dos motivos para explicar a pouca utilização na sinalização viária urbana.

Tanto a largura das linhas quanto a distância entre elas variam conforme a velocidade regulamentada na via e a redução que se pretende. Quando passarem por lá, notem que as linhas brancas vão se aproximando cada vez mais conforme a proximidade do cruzamento próximo à Cooper Hering e da faixa de pedestres. É para o motorista entender que ele tem que reduzir a velocidade.

Agora que todo mundo já sabe o que são e para que servem as Linhas de estímulo à Redução da Velocidade (LRV), vamos respeitar esta sinalização e reduzir a velocidade para evitar acidentes.

Educação para o trânsito com responsabilidade social. Paz no Trânsito: faça a sua parte!



Créditos das Imagens:1ª  Imagem: Márcia Pontes 
2ª Imagem: Divulgação nas redes sociais