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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

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Série - House of Cards - Estreia da segunda temporada da série preferida do presidente Obama

Por Rafael Alexander Marghotti
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Noite. Região residencial de alta classe de Washington, D.C.. Ouve-se a freada brusca de um automóvel e um gemido canino, o congressista Frank Underwood (Kevin Spacey) deixa sua residência e vai em direção ao cão, seguido por Steve, seu segurança e motorista. Frank identifica que o cão pertence aos seus vizinhos e pedi que Steve vá verificar se estão em casa, quando fica a sós com o cão, Frank rompe a quarta parede, olha para o expectador e diz: “Há dois tipos de dor, a dor que te fortalece e a inútil, que se reduz a sofrimento. Não tenho paciência para coisas inúteis. Momentos como este requerem que alguém aja e faça o desagradável, o necessário (fala enquanto estrangula o cão). Pronto, a dor acabou”. E assim inicia o primeiro episódio da primeira temporada de House of Cards, série americana, produzida e exibida pelo Netflix, que mostra de forma contundente as maquinações, trapaças, jogos de poder e intrigas da política norte-americana.

Kevin Spacey como o congressista Frank Underwood
Imagem: Reprodução.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

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Sociedade - Violência Urbana, qual a solução?

Por Carlos Eduardo Veloso
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Imagem: Reprodução
Parece uma letra de música de rap, mas supostamente foi dito por Marcola, lider do PCC, que circulou pelas redes sociais, mas na verdade é uma crônica de Arnaldo Jabor. Infelizmente é uma realidade. Fica aqui um alerta para todos que estão envolvidos com segurança pública para refletirem!


Nós somos uma empresa moderna, rica.
Se funcionário vacila, é despedido e jogado no “micro-ondas”… ha, ha…
Vocês são o Estado quebrado, dominado por incompetentes.
Nós temos métodos ágeis de gestão.
Vocês são lentos e burocráticos.
Nós lutamos em terreno próprio.
Vocês, em terra estranha.
Nós não tememos a morte.
Vocês morrem de medo.
Nós somos bem armados.
Vocês vão de três-oitão.
Nós estamos no ataque.
Vocês, na defesa.
Vocês têm mania de humanismo.
Nós somos cruéis, sem piedade.
Vocês nos transformam em superstars do crime.
Nós fazemos vocês de palhaços.
Nós somos ajudados pela população das favelas, por medo ou por amor. Vocês são odiados. Vocês são regionais, provincianos.
Nossas armas e produto vêm de fora, somos globais.
Nós não esquecemos de vocês, são nossos fregueses.
Vocês nos esquecem assim que passa o surto de violência.


Imagem: Reprodução
Isto é muito preocupante, pois vemos aqui um marginal que conhece profundamente sobre organização e política. Pois vivemos numa sociedade que lava as mãos e deixa que o estado cuide de tudo, mas não amigos, devemos estender as mãos e começar a trabalhar, participar de associações voltadas a educação e entretenimento da infância e adolescentes. Porque a solução em acabar a violência urbana só vai acabar se formos solidários uns para com os outros e começarmos de nossas crianças, assim depois de talvez algumas décadas, tenha amenizado, exatamente, "décadas!" O problema da violência que existe hoje só amenizará depois de décadas se começarmos a trabalhar em soluções agora. Se isso não acontecer, acredito que haverá um cós social. Quem quer começar a dar as mãos agora?

domingo, 9 de fevereiro de 2014

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Sociedade - Brasil, onde um comentário de uma jornalista sobre a violência choca mais que a própria violência.

Por Gustavo Melo / Arquivo JusBrasil
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Imagem: Reprodução
A Jornalista Rachel Sheherazade emitiu uma opinião a respeito de um menor infrator que fora espancado por populares e preso a um poste sem nenhuma peça de roupa. Ela disse que isso é resultado de um Estado omisso, uma justiça falha e uma polícia desmoralizada, o que torna compreensível a atitude dos agressores. Não digo aqui que eles tinham o dever de fazer aquilo, apesar de o art. 301 do Código de Processo Penal dizer que "Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito". 

Partindo desse pressuposto, chegamos a conclusão de que, pela lei, os agressores não estavam errados. Errado está este governo, que mandato após mandato não muda o quadro de violência que se alastrou pelo Brasil, já que deixou de investir em segurança e educação como deveria, o que evitaria a entrada desses jovens no mundo da criminalidade.