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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

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Sociedade - Resultado da enquete: Você é a favor ou contra a redução da maioridade penal?

Por Jael Jaime Rainert

Na segunda enquete do Todo dia Blumenau,  os leitores responderam: Você é a favor ou contra a redução da maioridade penal?

75% das pessoas foram a favor da redução da maioridade penal.

A minha conclusão com isso mostra o que todos nós já sabíamos, todos a sociedade está cansada da impunidade.  Mas não adianta endurecer mais as leis, sendo que as existentes não são cumpridas.

Imagem: Reprodução
Respeito as opiniões de todos mas, como professor não poderia escolher outra resposta que não fosse o “não”. Não creio que a maioridade penal tenha que ser diminuída. Até porque acabar momentaneamente com o problema não será a solução porque não evitará a causa. Prender não é mais fácil que educar. Toda pessoa tem o direito de aprender com os seus erros, o sistema penal brasileiro não vai recuperar esses jovens para a sociedade, apenas os deixarão mais “revoltados” com a mesma.

Afinal o que você prefere, mais escolas ou mais prisões?  Devemos lutar pela redução da maioridade, ou reivindicar uma melhoria na educação? Eu sei que a resposta é óbvia, mas com a aceitação é o primeiro passo para uma sociedade melhor.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

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Trânsito - Será que a faixa é mesmo do pedestre?

Por Márcia Pontes

Frequentemente em nossa cidade, em algum lugar, alguma pessoa é atropelada no trânsito. Muitas, em cima da faixa de pedestres. Já tivemos, inclusive, mortes de crianças, idosos, cegos e até cadeirantes quando estavam atravessando a rua.

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Todo atropelamento é violento dada a fragilidade do corpo humano numa colisão com o automóvel ou motocicleta. Falar sobre o atropelamento dos mais frágeis no trânsito é enfiar mais uma vez o dedo da sociedade numa ferida aberta e difícil de tratar.

Por um lado o atropelamento choca por se tratar do corpo humano com toda a sua fragilidade colidindo violentamente contra a caixa de lata que é o veículo. Num primeiro momento a gente imagina que pudesse ser alguém de nossa família: nosso filho, nossa mãe, nosso pai ou nosso avô.

Em acidentes deste tipo a primeira coisa que as pessoas buscam é o culpado e muitas vezes a violência de um acidente como esse faz as pessoas julgarem de forma precipitada, inflamadas pela emoção e pela indignação. Muitas fazem da boca a trombeta do anjo vingador, mas não é bem por aí, leitores!
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Motivacional - Onde mora a felicidade, ela existe?


Por Silvana Rudolf

Temos o hábito de julgar os outros por nós, mas como podemos julgar quando nem conhecemos a nós mesmos?

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Ouço eu nunca faria isso, jamais faria aquilo e quando menos esperamos, estamos em situações que “jamais” faríamos e “nunca” deixaríamos acontecer. Engraçadas essas situações, pois é tão fácil falar, criticar, desmotivar, gostaria de saber por que é tão difícil entender, ajudar ou apenas ouvir sem falar nada?

Palavras que motivam são difíceis de ouvir, mas, nada vai dar certo, vamos ver quanto tempo vai durar ou isso não vai dar em nada espera pra ver, nossa, é o tempo todo, parece até que todo mundo está só esperando dar tudo errado pra dizer eu falei, eu te disse, eu cantei a bola.

Gostaria muito de escutar mais pessoas realmente desejando o bem de coração, ouvir mais notícias positivas e que tragam realizações às pessoas, o povo dá muita ênfase ao ruim, e ninguém dá muito crédito às coisas positivas.

Será por isso que o povo esta depressivo, sem vontade, sem crédito??

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

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Sociedade - Nasce no Ceará associação de Combate ao Preconceito Religioso

 Por Agência Latino Americana e Caribenha de Comunicação

Imagem: Reprodução
Sentindo-se perseguido depois que foi desligado da associação religiosa das Testemunhas de Jeová, o servidor público da Universidade Federal do Ceará, Sebastião Ramos, decidiu criar a Associação Brasileira de Apoio a Vítimas de Preconceito Religioso (Abravipre).

A entidade foi reconhecida juridicamente no dia 13 de junho. Ela tem por objetivo acolher vítimas de discriminação religiosa e promover a laicidade efetiva do Estado. A associação promete apoio jurídico e psicológico a qualquer vítima de preconceito religioso praticado por pessoas ou instituições.

Sebastião lamentou o ostracismo e a discriminação que foi vítima depois de sair da congregação das Testemunhas de Jeová. Passou a ser ignorado, contou, por pessoas que eram companheiras na fé e até mesmo pelos familiares que continuam acompanhando esse credo.
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Abravipre denuncia que “pessoas em precárias condições financeiras, desvalidas emocionalmente, são incentivadas a se desfazer de seus já parcos recursos em favor de igrejas que todo tipo de bem-aventurança prometem em troca de dinheiro ou bens, enquanto se locupletam, amealhando fortunas à custa da credibilidade pública”.

Ser pastor um bispo converteu-se, antes de tudo, numa próspera carreira, “um atalho para fazer fortuna pessoal”, diz texto da entidade. A associação entende que educação é a melhor proteção contra abuso religioso e por isso se propôs a produzir materiais educativos que abordam o assunto.

 
ABRAVIPRE - Contato e denúncias: http://www.abravipre.org/

Originalmente publicado na ABRAVIPRE em 4 de agosto de 2013

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Poesia - Precisamos de portas


Por Carlos Eduardo Velozo

Precisamos de portas 
Estradas nos levam a objetivos,
mas de nada valem sem portas,
elas nos deixam vivos,
sem portas somos pessoas mortas!
Quando se abre uma porta
muda nosso ambiente,
então a estrada tem outro norte
e renasce para a vida novamente.
Devemos aprender a mudar de ambiente,
abrir a porta da vitória,
mudar de caminho consciente
e saber que Deus é a porta da sua glória!

Foto: Reprodução