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sábado, 12 de abril de 2014

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Geral - Dizem que os olhos são a janela da alma


Dizem que os olhos são a janela da alma, então, como tantas pessoas conseguem nos enganar?

Acho que os ouvidos nos cegam, pois são as palavras que nos iludem.

O que devemos fazer então, não ouvir mais, será que resolveria o problema?

Acho que não...

Talvez ouvir melhor e ver com mais clareza faça com que consigamos discernir o bom do mau.

Talvez pensar sem ouvir as opiniões alheias traria mais discernimento. Encontrar as respostas sem perguntar a ninguém o que faria no seu lugar, pois se o lugar é seu e é você tem que decidir o que fazer por si mesmo.

É muito fácil ter respostas e opiniões de quem não está vivenciando seu momento, de quem não está sentindo o que você sente.

Se estiver perdido apenas pare de tentar achar a solução em exemplos que não são seus, em vidas que não são suas, em sentimentos que você não viveu.

Sente e espere com calma, revise sua vida e então encontrará a resposta que tanto procura e lhe digo que muitas vezes você vai se surpreender, pois essa resposta pode ser algo que você jamais imaginaria.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

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Economia - Consumismo na páscoa?


NESTLÉ EXPLICA ALTO CUSTO DE OVOS DE PÁSCOA EM COMPARAÇÃO ÀS BARRAS NORMAIS

Imagem que circula nas redes sociais
A fabricante Nestlé concedeu uma entrevista para justificar o preço bem mais alto dos ovos de Páscoa em relação às barras de chocolate tradicionais. A explicação teria sido motivada por uma campanha que se espalhou no Facebook comparando um ovo de 500 gramas e uma barra de 170 gramas (na foto acima), causando a ira dos consumidores brasileiros. Até o momento da publicação desta notícia, a imagem havia sido compartilhada mais de 36 mil vezes.

Na entrevista, que foi concedida à revista Época Negócios, a Nestlé corrigiu as sugestões de preço divulgadas no Facebook (o ovo custaria R$ 46,19, enquanto a barra sairia por R$ 4,69) e explicou seus motivos para a diferença, os quais envolvem ampliação da equipe, embalagem feita manualmente e transporte diferenciado. Leia a nota da Nestlé na íntegra:

Os ovos de Páscoa são mais caros quando comparados a uma barra de chocolate da mesma gramatura porque sua composição de custo é diferenciada, já que são produtos concebidos não somente para o consumo tradicional, mas para presentear e encantar. Sua produção e distribuição envolve uma série de necessidades específicas, como a contratação de mão de obra temporária, desenvolvimento de embalagens especiais, processo manual de embalagem, armazenamento e transportes especiais, entre outros. De toda forma, as opções tradicionais de produtos continuam disponíveis como uma alternativa de menor preço, sem nenhum reajuste relacionado à época do ano.

Ovo de Páscoa polêmico


"Adesivos para sacanear seus amigos" Nerd, morto da fome e nervosinho são alguns deles.

Outra controvérsia sobre ovos de Páscoa envolveu o Bis +Xtra Chocolate, da Lacta. O produto está sendo retirado do mercado pelo Procon-RJ, por considerar que a embalagem seria um incentivo ao bullying.


quinta-feira, 10 de abril de 2014

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Trânsito - Saiba como parar na faixa para o pedestre sem provocar colisões traseiras


Não são poucos os argumentos e até afirmações de muitos condutores que afirmam categoricamente não parar na faixa para a travessia dos pedestres para evitar colisões traseiras. Implícito nessa afirmação vem a confissão de que o veículo tem mais importância e valor do que a vida humana, além de declaração de infração ao artigo 214 do CTB:


Art. 214. Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado:
I -
que se encontre na faixa a ele destinada;
II -
que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veículo;
III -
portadores de deficiência física, crianças, idosos e gestantes:
Infração -
gravíssima;
Penalidade -
multa.
IV -
quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele destinada;
V -
que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo:
Infração -
grave;
Penalidade -
multa. 

Ao contrário do que muitos condutores possam pensar é possível sim parar na faixa de pedestres sem provocar acidentes como o atropelamento e a colisão traseira. Basta que o condutor dirija atento, sem distrações e saiba se comunicar com o motorista de trás. 

Pensando bem, os motoristas rodam a maior parte do tempo dentro da cidade e por caminhos e rotas que percorrem todos os dias. Portanto, não fica difícil saber onde estão as faixas de pedestres.

Recomenda o bom senso e a direção defensiva que o motorista olhe de forma intermitente para os retrovisores, sobretudo os internos, para verificar se o motorista de trás está muito colado da traseira de seu carro e para verificar as condições de segurança nas laterais.

Aí vem aquela afirmação: “fui desviar de um buraco e derrubei o motociclista”. Mas, estava olhando só para a frente? Não olhou nos retrovisores traseiros e laterais para saber se uma freada ou um desvio súbito não provocaria um acidente?

O raciocínio é o mesmo para a situação em que o condutor se nega a parar antes da linha de retenção da faixa de pedestres para que as pessoas façam uma travessia segura: não olhou antes no retrovisor interno para verificar se o motorista de trás está muito próximo? Ou não se importa que alguém trafegue quase entrando pelo porta malas do seu carro? Dirige distraído, absorto, pensando em qualquer coisa menos no que está fazendo atrás do volante?

Dicas que salvam vidas


A dica é tão óbvia que parece dispensável, principalmente para muitos motoristas habilitados há muito tempo, mas as ocorrências de atropelamentos e mortes em cima das faixas de pedestres nos mostram que não podemos desprezar o "óbvio".

Basta que o motorista dirija com atenção, sem distrações e sem pressa. Basta que esteja atento ao que o condutor de trás está fazendo, olhar mais vezes nos retrovisores e afastar quem esteja muito próximo.

Ao perceber que o motorista de trás está muito colado na traseira do seu carro dê breves toques de aviso no pedal de freio. Não é necessário frear, pois o sistema de freios é muito sensível e basta apenas colocar o pé em cima que as luzes de segurança do veículo já acendem sem que o veículo entre em processo de redução para imobilização.

Tente uma vez, tente duas, avise a sua intenção de reduzir a velocidade. Os break-lights, ou luzes de freio, adicionais colocadas no vidro de trás do veículo aumentam em 50% a segurança e reduzem na mesma proporção as possibilidades de colisões traseiras. Se o condutor de trás estiver distraído e não perceber as luzes de freio, com certeza, perceberá as luzes do break-light, sobretudo os condutores de motocicletas, que passam a ter visão do sinal de alerta na altura dos olhos. 

Sempre que se aproximar da faixa de pedestres, além de utilizar os toquinhos de aviso no freio, combinar o uso do freio motor (com a marcha engatada, tirar o pé do acelerador e deixar o veículo ir perdendo velocidade naturalmente) reduz em até 30% o desgaste das pastilhas de freios e outros componentes do veículo. 

Poucos sabem, mas aquela linha branca que antecede toda faixa de pedestres chama-se linha de retenção e significa ordem de parada para os veículos.

Ao parar para a travessia de pedestres o motorista deve ligar o pisca-alerta para alertar não só os condutores atrás dele, mas os que vem trafegando ao lado em faixas de mesmo sentido. Ligar o pisca-alerta também é uma forma de dizer ao pedestre: “pode atravessar em segurança”.

Proceder dessa forma não caracteriza a infração de trânsito como muitos possam pensar. Vejamos as letra do art. 40 do CTB:

Art. 40. O uso de luzes em veículo obedecerá às seguintes determinações:
V - O condutor utilizará o pisca-alerta nas seguintes situações:
a) em imobilizações ou situações de emergência; 

Travessia de pedestres na faixa pode caracterizar situação de emergência? Pode, porque se não fosse assim não teríamos tantos pedestres atropelados e mortos em cima da faixa de segurança.

Não são poucos os municípios brasileiros que incentivam o uso do pisca-alerta na parada na faixa para travessia segura, inclusive é recomendação em campanhas educativas da Guarda Municipal de Varginha (MG), Prefeitura de Santa Maria (RS) e do Estatuto do Pedestre de Belo Horizonte (MG).

Ao pedestre a dica é: antes de colocar o pé na faixa de pedestres, pare, olhe para os dois lados, calcule a velocidade, a distância do veículo e busque o contato visual com o condutor para ler suas intenções. Sinalize a sua intenção de atravessar: estenda o braço, acene, veja e seja visto e só atravesse em segurança.

Dicas que salvam vidas! Se cada um fizer a sua parte teremos um trânsito mais seguro, mais humano e menos famílias chorarão seus mortos.

Créditos das imagens:
1ª, 2ª, 3ª e 4ª Imagem: Reprodução