![]() |
| Imagem: Reprodução |
quarta-feira, 21 de maio de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
Encontrado em: Carlos Eduardo Velozo, Poesia
Poesia - Estrela da manhã
No crepúsculo da lua,
Há um silêncio nos invadindo,
Aflora nossa imagem crua,
Mas nosso interior está sorrindo.
Pois uma paz calma e serena,
Preenche nosso amanhecer,
Engrandecendo nossa alma pequena,
Iluminando nosso ser!
Pois se fora a sombra da noite,
E toda lembrança escura,
Livramos-nos de todo açoite
E nossa imagem é mais pura.
Porque na nossa vida temporã
Buscamos muitos amores,
Mas na Estrela da manhã,
Encontramos Deus em cores!

Há um silêncio nos invadindo,
Aflora nossa imagem crua,
Mas nosso interior está sorrindo.
Pois uma paz calma e serena,
Preenche nosso amanhecer,
Engrandecendo nossa alma pequena,
Iluminando nosso ser!
Pois se fora a sombra da noite,
E toda lembrança escura,
Livramos-nos de todo açoite
E nossa imagem é mais pura.
Porque na nossa vida temporã
Buscamos muitos amores,
Mas na Estrela da manhã,
Encontramos Deus em cores!

segunda-feira, 19 de maio de 2014
Encontrado em: Cultura, Literatura, Rafael Alexander Marghotti
Diferentemente de 1984 e
Admirável Mundo Novo, neste romance não ficamos conhecendo todas as engrenagens
de um sistema que oprime o indivíduo, mas temos uma abordagem mais pessoal
daquele que foi a cobaia inicial para que se instaure um governo opressor
baseado no medo. Enquanto 1984 e Admirável Mundo Novo são distopias disfarçadas
de utopias, em Laranja Mecânica temos um cenário distópico de extrema violência
juvenil e insegurança, que serve como artifício para que um grupo político
imponha seus ideais, ou seja, é o começo de tudo, foi assim que os grandes
regimes totalitários do século XX se instauraram e é assim que medidas cada vez
mais restritivas e opressoras vem ganhando popularidade atualmente. O romance
de Burgess tem como tema central a perda da liberdade em pról de um bem maior, porém
esse suposto bem maior não passa de uma falácia, assim como no Brasil há quem
defenda a volta da ditadura militar e nos EUA os membros do Tea Party clamam
por medidas de segurança que invadam as liberdades individuais, o partido de
ocasião em Laranja Mecânica propunha uma medida que eliminava a violência não
por meio da educação e pelo provimento de oportunidades aos cidadãos, mas pela
zumbificação dos indivíduos propensos à violência. Isso não é uma solução, é
apenas o início de uma distopia, afinal, uma pessoa sem liberdade é algo tão
bizarro quanto uma laranja mecânica.
Literatura - A Tríade Distópica – Parte 2: “Laranja Mecânica”
Juntamente com 1984,
de George Orwell, e Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, Laranja Mecânica, de Anthony
Burgess é a obra literária que fecha a Tríade
Distópica, são romances ambientados num futuro não muito distante das
épocas em que foram escritos e que criticam a alienação, o totalitarismo e as
formas de controle social. Se na parte 1 desta série vimos a obra distópica
mais impactante (clique aqui para ler o artigo sobre o livro “1984”), agora nos
focaremos naquela que é a mais famosa, fama em grande parte advinda da
excelente adaptação cinematográfica do mestre Stanley Kubrick.
![]() |
| Apesar deste artigo fazer alguns paralelos e utilizar imagens da película, não é seu objetivo analisar o filme, mas o romance originalmente lançado em 1962. |
Anthony
Burgess não era um escritor de sucesso e nos idos de 1959 foi diagnosticado
com um tumor cerebral, a partir deste ponto, com o objetivo de deixar algum
dinheiro para sua esposa, ele escreveu como se não houvesse amanhã
(literalmente) e em menos de um ano tinha seis obras completas, sendo que uma
delas viria a se tornar um clássico, mesmo que tenha sido largamente conhecida
somente dez anos depois, após o lançamento do filme de Kubrick. Felizmente,
Burgess pode desfrutar do sucesso e dinheiro, pois o diagnóstico se mostrou
errado e o tumor nem sequer existia.
O que seria mais bizarro que uma laranja mecânica? Segundo
Burgess, trata-se de uma expressão londrina que significa estranheza, uma
extravagância tão grande que subverte a natureza, afinal, o que seria tão
estranho quanto uma fruta recheada por engrenagens? Estranheza que o leitor
experiência logo no início do primeiro dos vinte e um capítulos, todos eles
narrados em primeira pessoa pelo protagonista Alex, que emprega certas
expressões em seu vocabulário, que até então eram desconhecidas por todos,
trata-se do vocabulário Nadsat, que
Burgess criou misturando inglês, russo e gírias londrinas. A ideia era que
houvesse uma linguagem utilizada pelas gangues juvenis retratadas na obra, mas
ele não poderia utilizar as gírias da época, pois além de datar o romance,
entrariam em contradição com a época futura em que a história é narrada.
As edições brasileiras trazem um glossário da
linguagem nadsat no final do livro, mas há uma nota informando que caso o
leitor queira experimentar a estranheza que os leitores britânicos tiveram (e
ainda tem, pois segundo uma pesquisa que fiz não há glossário mesmo nas atuais
edições britânicas), recomenda-se que o leitor mergulhe diretamente na
narrativa e descubra o mundo de Alex da maneira que o autor concebeu, algo mais
ou menos assim: “Então ele agarrou com força a devotchka, que ainda estava
krikikrikando num compasso quatro por quatro muito horrorshow, prendendo os
rukas dela por trás e grudis muito horrorshow exibindo seus glazis rozas”.
Os vinte e um capítulos narrados em primeira pessoa
pelo anti-herói Alex, que no filme de Kubrick se chama Alex DeLarge (numa
referência a Alexandre, O Grande), são divididos em três partes distintas. A
primeira delas narra a saga de ultraviolência de Alex e seus druguis, enquanto
bebem moloko com vellocet e itiam pela cidade em busca de veshkas horrorshow até
que Alex termina por ubivatar uma babushka e acaba indo parar na cadeia. A
segunda parte mostra a rotina de Alex como um pleni até que aceita participar
do Tratamento Ludovico, uma espécie
de terapia por aversão em que Alex é drogado para sentir náuseas enquanto é
obrigado a videar filmes de ultraviolência, bitvas e outras barbáries. O
tratamento termina com Alex incapaz de cometer qualquer ato violento, mas não
por opção do individuo e sim por uma imposição física, ou seja, Alex perde o
livre-arbítrio. A terceira e última parte narra a reintegração de Alex à
sociedade, quando seus pais não o querem mais em sua domi, ele é hostilizado
por seus antigos druguis e utilizado como meio de propaganda tanto pelo governo
como pela oposição.
O capítulo vinte
e um do livro, que narra uma espécie de redenção do protagonista, foi
originalmente omitido das edições americanas e da adaptação cinematográfica de
Kubrick, deixando um final mais aberto e sombrio, quando Alex devaneia numa
cena orgiástica e se declara curado do Tratamento Ludovico. Pessoalmente
prefiro a versão completa, mas a visão dada por Kubrick em seu filme também é
muito horrorshow.
Glossário das expressões nadsat utilizadas neste artigo:
Babushka - Velha
Bitva – Luta, Batalha
Devotchka - Garota
Domi - Casa
Drugui - Amigo
Glazi – Olho, Mamilo
Grudis - Seios
Horrorshow – Ótimo, Excelente, Legal
Krikikrikando - Gritando
Moloko - Leite
Pleni - Prisioneiro
Ruka – Mão ou Braço
Ubivatar - Matar
Ultraviolência - Estupro
Vellocet – um tipo de Droga
Veshka - Coisa
Videar – Assistir, Observar
Clique aqui e veja o glossário de expressões nadsat
completo da edição brasileira.
domingo, 18 de maio de 2014
Encontrado em: Maio Amarelo, Márcia Pontes, Sociedade, Trânsito
Cerca de 15 mil laços amarelos (fitilhos), 20 mil panfletos e 5 mil adesivos distribuídos. Só no 1ª dia de Maio Amarelo, que começou com a Festa do Trabalhador, na Vila Germânica, foram realizados 900 atendimentos e 50 questionários aplicados. No Super Sábado foram 17 entidades envolvidas, 72 voluntários, 500 flores distribuídas, 1.000 panfletos entregues, 300 atendimentos avulsos, 400 prestações de serviços a comunidade.
Até o momento, foram distribuídos 60 Códigos de Trânsito Brasileiro e realizadas ações educativas e preventivas ao álcool e direção em bares e lanchonetes de Blumenau. Voluntariamente, 40 pessoas sopraram os bafômetros descartáveis. Destas, apenas 5 estavam aptas para dirigir até aquele momento; 28 teriam cometido a infração de trânsito ao artigo 165 do CTB e os demais teriam cometido crime de trânsito se fossem dirigir em via pública. Até o final de maio, terão sido distribuídos mais de 200 exemplares do Código de Trânsito Brasileiro e mais de 400 abordagens educativas e preventivas de trânsito com bafômetros descartáveis em Blumenau e municípios vizinhos.
Os materiais ainda estão chegando e serão distribuídos em ações parceiras com especialistas, instrutores de trânsito, Escola Pública de Trânsito, e como não somos fominhas e a luta por um trânsito seguro depende de ações compartilhadas, parte desses códigos e bafômetros também irão para Balneário Camboriú, Timbó e Indaial.
Durante um mês inteiro, Blumenau se pintou de amarelo, a cor da advertência e da atenção pela vida no trânsito. Fomos para as ruas, fizemos panfletagens educativas, abordamos motoristas, pedestres, ciclistas e motociclistas. Nos bares e lanchonetes, as pessoas entraram na brincadeira dos bafômetros descartáveis e foram orientadas, aprenderam a diferenciar entre infração de trânsito e crime de trânsito e foram convidadas a refletir sobre as consequências de beber e dirigir.
Muitas, sabemos, toparam a brincadeira com leveza, ouviram atentamente as explicações e alertas, mas foram para casa dirigindo depois de beber. Fizemos a nossa parte semeando conscientização e segurança no trânsito. Se o solo é bom, aí são outros quinhentos.
Mas, essas ações diferenciadas voltadas para a prevenção de acidentes só foram possíveis porque o Ministério das Cidades, DENATRAN e Pacto Nacional pela Redução de Acidentes (Parada pela Vida), enviou (e ainda está enviando) à coordenação do Maio Amarelo os bafômetros descartáveis e exemplares do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para intensificarmos a maior parte das abordagens até o final de maio.
Nunca os gestores que estão no topo da coordenação máxima do Sistema Nacional de Trânsito estiveram tão perto e tão parceiros de Blumenau quanto no Maio Amarelo e isso também é motivo para se comemorar. Leia-se Ministério das Cidades/DENATRAN/Pacto Nacional Pela Redução de Acidentes (Parada Pela Vida).
Chamar a atenção da sociedade para o alto número de mortos, feridos e sequelados permanentes no trânsito de todo o mundo. Essa é a proposta do movimento internacional Maio Amarelo, que nasceu no Brasil no mês de março e se espalhou por 178 países como o Yellow May. O símbolo do movimento é um fitilho amarelo, a cor da advertência no trânsito e o objetivo é mobilizar toda a sociedade organizada em torno da acidentalidade e morbimortalidade no trânsito para um debate sério e engajar-se em ações locais coordenadas, preventivas e educativas.
Maio é o mês em que a ONU decretou a Década de Ações para a Segurança no Trânsito (2011-2020) e também o mês em que se realiza anualmente a Semana Mundial de Segurança do Pedestre. Lembrando que a cada 7 minutos um pedestre é atropelado no Brasil e a cada 22 minutos uma pessoa perde a vida no trânsito.
Blumenau é hoje e vai fechar o mês de maio como o município brasileiro com o calendário de eventos e ações educativas e preventivas mais completo do Brasil. Tivemos pouco tempo para organizar tudo, poderíamos ter mais parcerias e mais patrocínios, mas ainda assim sobram motivos para comemorar.
Não está sendo fácil para os voluntários como eu, profissional liberal, que também estou na coordenação local e estadual do Maio Amarelo, conciliar a agenda profissional, familiar, acadêmica, sair correndo atrás de patrocínios e, muitas vezes, ter que tirar dinheiro do bolso para que muitas ações programadas sejam levadas adiante. Mas, a causa pela vida no trânsito é humanitária e todo o esforço se justifica.
Dificuldades à parte, principalmente quando um movimento como este nasce da sociedade organizada em parceria com o poder público, mais do que o esforço bem sucedido do voluntariado, isso mostra que o blumenauense quer ser incluído em campanhas educativas e preventivas para a segurança no trânsito. A população de Blumenau, tão acostumada a ser esquecida das ações educativas e preventivas de trânsito, até pelo pouco investimento e falta de efetivo para a educação no trânsito, se viu participante como nunca!
Outro marco importante foi a realização da campanha educativa Faixa de Segurança: a melhor amiga do pedestre, por iniciativa do poder público. A última tinha sido em 2008. Mas, nada se compara à inédita mobilização e engajamento da sociedade organizada no Maio Amarelo, na III Semana Mundial de Segurança do Pedestre (6 a 13 de maio) e Campanha Paz no Trânsito: faça a sua parte!
Para quem pensa que o Maio Amarelo acabou, engana-se. Maio é um mês inteiro de atenção para um ano inteiro de ações. Porque não podemos nos conformar e aceitar que perder tantas vidas no trânsito diariamente seja natural. Se cada um fizer a sua parte (sociedade civil organizada e poder público), nós podemos mudar essa história e salvar milhões de vidas.
Imagens: Reprodução
Trânsito - Blumenau se pintou de amarelo!
Cerca de 15 mil laços amarelos (fitilhos), 20 mil panfletos e 5 mil adesivos distribuídos. Só no 1ª dia de Maio Amarelo, que começou com a Festa do Trabalhador, na Vila Germânica, foram realizados 900 atendimentos e 50 questionários aplicados. No Super Sábado foram 17 entidades envolvidas, 72 voluntários, 500 flores distribuídas, 1.000 panfletos entregues, 300 atendimentos avulsos, 400 prestações de serviços a comunidade. Até o momento, foram distribuídos 60 Códigos de Trânsito Brasileiro e realizadas ações educativas e preventivas ao álcool e direção em bares e lanchonetes de Blumenau. Voluntariamente, 40 pessoas sopraram os bafômetros descartáveis. Destas, apenas 5 estavam aptas para dirigir até aquele momento; 28 teriam cometido a infração de trânsito ao artigo 165 do CTB e os demais teriam cometido crime de trânsito se fossem dirigir em via pública. Até o final de maio, terão sido distribuídos mais de 200 exemplares do Código de Trânsito Brasileiro e mais de 400 abordagens educativas e preventivas de trânsito com bafômetros descartáveis em Blumenau e municípios vizinhos.
Os materiais ainda estão chegando e serão distribuídos em ações parceiras com especialistas, instrutores de trânsito, Escola Pública de Trânsito, e como não somos fominhas e a luta por um trânsito seguro depende de ações compartilhadas, parte desses códigos e bafômetros também irão para Balneário Camboriú, Timbó e Indaial.
Durante um mês inteiro, Blumenau se pintou de amarelo, a cor da advertência e da atenção pela vida no trânsito. Fomos para as ruas, fizemos panfletagens educativas, abordamos motoristas, pedestres, ciclistas e motociclistas. Nos bares e lanchonetes, as pessoas entraram na brincadeira dos bafômetros descartáveis e foram orientadas, aprenderam a diferenciar entre infração de trânsito e crime de trânsito e foram convidadas a refletir sobre as consequências de beber e dirigir.
Muitas, sabemos, toparam a brincadeira com leveza, ouviram atentamente as explicações e alertas, mas foram para casa dirigindo depois de beber. Fizemos a nossa parte semeando conscientização e segurança no trânsito. Se o solo é bom, aí são outros quinhentos. Mas, essas ações diferenciadas voltadas para a prevenção de acidentes só foram possíveis porque o Ministério das Cidades, DENATRAN e Pacto Nacional pela Redução de Acidentes (Parada pela Vida), enviou (e ainda está enviando) à coordenação do Maio Amarelo os bafômetros descartáveis e exemplares do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para intensificarmos a maior parte das abordagens até o final de maio.
Nunca os gestores que estão no topo da coordenação máxima do Sistema Nacional de Trânsito estiveram tão perto e tão parceiros de Blumenau quanto no Maio Amarelo e isso também é motivo para se comemorar. Leia-se Ministério das Cidades/DENATRAN/Pacto Nacional Pela Redução de Acidentes (Parada Pela Vida).
Chamar a atenção da sociedade para o alto número de mortos, feridos e sequelados permanentes no trânsito de todo o mundo. Essa é a proposta do movimento internacional Maio Amarelo, que nasceu no Brasil no mês de março e se espalhou por 178 países como o Yellow May. O símbolo do movimento é um fitilho amarelo, a cor da advertência no trânsito e o objetivo é mobilizar toda a sociedade organizada em torno da acidentalidade e morbimortalidade no trânsito para um debate sério e engajar-se em ações locais coordenadas, preventivas e educativas.
Maio é o mês em que a ONU decretou a Década de Ações para a Segurança no Trânsito (2011-2020) e também o mês em que se realiza anualmente a Semana Mundial de Segurança do Pedestre. Lembrando que a cada 7 minutos um pedestre é atropelado no Brasil e a cada 22 minutos uma pessoa perde a vida no trânsito. Blumenau é hoje e vai fechar o mês de maio como o município brasileiro com o calendário de eventos e ações educativas e preventivas mais completo do Brasil. Tivemos pouco tempo para organizar tudo, poderíamos ter mais parcerias e mais patrocínios, mas ainda assim sobram motivos para comemorar.
Não está sendo fácil para os voluntários como eu, profissional liberal, que também estou na coordenação local e estadual do Maio Amarelo, conciliar a agenda profissional, familiar, acadêmica, sair correndo atrás de patrocínios e, muitas vezes, ter que tirar dinheiro do bolso para que muitas ações programadas sejam levadas adiante. Mas, a causa pela vida no trânsito é humanitária e todo o esforço se justifica.
Dificuldades à parte, principalmente quando um movimento como este nasce da sociedade organizada em parceria com o poder público, mais do que o esforço bem sucedido do voluntariado, isso mostra que o blumenauense quer ser incluído em campanhas educativas e preventivas para a segurança no trânsito. A população de Blumenau, tão acostumada a ser esquecida das ações educativas e preventivas de trânsito, até pelo pouco investimento e falta de efetivo para a educação no trânsito, se viu participante como nunca!
Outro marco importante foi a realização da campanha educativa Faixa de Segurança: a melhor amiga do pedestre, por iniciativa do poder público. A última tinha sido em 2008. Mas, nada se compara à inédita mobilização e engajamento da sociedade organizada no Maio Amarelo, na III Semana Mundial de Segurança do Pedestre (6 a 13 de maio) e Campanha Paz no Trânsito: faça a sua parte!
Para quem pensa que o Maio Amarelo acabou, engana-se. Maio é um mês inteiro de atenção para um ano inteiro de ações. Porque não podemos nos conformar e aceitar que perder tantas vidas no trânsito diariamente seja natural. Se cada um fizer a sua parte (sociedade civil organizada e poder público), nós podemos mudar essa história e salvar milhões de vidas.
Imagens: Reprodução
Assinar:
Postagens (Atom)





