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quarta-feira, 5 de março de 2014

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Cultura - Enfim Uma “BOLSA” Que Vale à Pena Ser Incentivada

Por Talita Rudolf


Imagem: Divulgação
No Brasil tem “bolsa” pra quase tudo, na minha opinião, pra algumas pessoas é uma ajuda e um incentivo mas pra outras é só uma forma de ganhar algum sem fazer força. Acho errado você ao invés de ensinar a pescar dar o peixe pronto, assado com acompanhamentos e tudo mais. O incentivo deveria ser um bom curso profissionalizante gratuito, mas apenas pra quem tem renda baixa mesmo, de verdade, pra quem precisa. Ajudar a prover seu próprio sustento, ter orgulho de si mesmo por conseguir as coisas através do próprio esforço e não de esmolas do governo, que afinal de conta quem paga por isso tudo somos, nós, que trabalhamos duro pra além de pagar nossas contas poder ter uma vidinha bacana, podendo fazer as coisas que gostamos e mesmo que o país não seja tão bom quanto nós merecemos ainda assim possamos ter o mínimo de conforto e lazer.

Mas em meio a toda essa “confusão” de direitos e deveres dos cidadãos, eis que surge uma “bolsa” que vale a pena incentivar: o BOLSA CULTURA.

Essa tal de bolsa cultura é bastante interessante e tem muita gente que nunca ouviu falar. É um benefício que as empresas podem oferecer aos funcionários no valor de 50 reais mensais, ou seja, todos os meses serão depositados nesse cartão 50 reais que o funcionário poderá usar para fins culturais: ir ao cinema, ao teatro, assistir a shows, espetáculos, comprar livros, alugar e comprar DVDs, CDs, jornais, revistas, cursos, etc... Esse valor é cumulativo, o beneficiário pode deixar acumular por alguns meses e fazer compras mais caras.

terça-feira, 4 de março de 2014

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Trânsito - Participe da Campanha Maio Amarelo: faça a sua parte!


Por Márcia Pontes
Educadora de Trânsito


Imagem: Divulgação
Não é novidade para ninguém a minha insistência em praticamente todos os textos: Blumenau precisa urgente de ações educativas e preventivas que estimulem a aprendizagem de comportamentos seguros e defensivos no trânsito que envolvam toda a população. Mas, não se pode esperar que essa iniciativa venha somente do poder público, que muitas vezes dormita, pelo menos nesse assunto.

O fato é que diante da realidade dos acidentes de trânsito nos seis bairros de abrangência do Conseg134, a saber: Velha, Velha Grande, Velha Central, Salto Weissbach, Passo Manso e Água Verde, o Conseg da Velha deu o pontapé inicial tomando a iniciativa e chamando à responsabilidade todos os representantes da sociedade organizada. Um fato decisivo foi a morte por atropelamento em cima da faixa da Dona Iracema Schnnatz, 72 anos. Foi a gota d’ água.

A primeira reunião foi no dia 28 de fevereiro e contou com 22 participantes. Além de representantes da Escola Pública de Trânsito, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Civil, Cerest, Secretaria de Desenvolvimento Regional do Estado, Detran, Câmara de Vereadores, Instituto Federal Catarinense, SEST/SENAT e Associação de todos os Conselhos de Segurança dos 35 bairros de Blumenau, tivemos dois parceiros que não poderiam faltar: a ABC Ciclovias e a Saúde do Idoso – Pró-Família. 

Mais parceiros

segunda-feira, 3 de março de 2014

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Sociedade e Economia - Outras da classe média no buraco

Por Carlos Eduardo Velozo

Imagem: Divulgação
A maior parte da classe média brasileira, depois do plano Real, começou a se atolar em dívidas porque a renda não aumentou, mas as ofertas de produtos e serviços cresceram e os preços também. Muitos não acordaram que estavam empobrecendo e continuaram levando o mesmo padrão de vida, se atolando em dívidas; isto porque a classe média sempre tem crédito nas lojas e nos bancos, afinal eles têm uma renda boa. Foi percebendo isso que os bancos aprimoraram os serviços para oferecer mais para a classe média. E é doutor fulano e doutor ciclano, uma paparicação enorme dos gerentes de bancos, até para cobrar a conta estourada eles são educados, que maravilha! A classe média adorou isso, “to reinando”, muitos pensavam, e iam mais pro fundo do buraco.

Por que será que os bancos fizeram isso?

domingo, 2 de março de 2014

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Trânsito - Interpretação dos resultados da enquete sobre as mudanças no trânsito da Rua João Pessoa

Por Márcia Pontes
Educadora de Trânsito

Depois de duas semanas no ar para votação, não foi surpresa o percentual de 75% dos insatisfeitos com a terceira pista na Rua João Pessoa. O que estranha é que tão poucas pessoas tenham participado da enquete. Sinceramente, esperava mais. Mais participações, mais manifestações de opiniões com o agrado ou desagrado com as mudanças no trânsito da João Pessoa.

Imagem: Divulgação
O ditado de quem cala consente não funciona para esta sondagem sobre a aprovação ou desaprovação do blumenauense sobre as 3 pistas e outras "cositas más" na João Pessoa, até porque no dia a dia o que mais se ouve são reclamações.

Motoristas reclamando que a pista ficou mais estreita. Motoristas reclamando de outros motoristas que invadem a faixa contínua dupla para trafegar na contramão e tentar chegar mais rápido que os outros às custas de um acidente que quando for provocado não será novidade.

Imagem: Márcia Pontes
Ciclistas protestando contra o esquecimento do poder público em relação à eles, importantes atores que fazem o trânsito na nossa cidade e esperança negada da bike como transporte alternativo para que um dia possamos realmente começar a levar a sério a mobilidade urbana.

Senti falta dos pedestres respondendo essa enquete, pois em alguns trechos da João Pessoa é comum, por conta das falhas no piso da calçada, cadeirantes e outras pessoas com mobilidade reduzida ou não terem de dividir o cantinho da pista de rolamento com os carros.

Lançamos esta enquete e lançaremos sempre outras, principalmente com foco no trânsito e os problemas do trânsito na nossa cidade e esperamos que os usuários do trânsito, os seus atores, aqueles que fazem o trânsito façam a sua parte. Começando por manifestarem suas opiniões porque ter opinião é o mínimo para não se manter alheio a um tema fundamental para a sociedade.
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Sustentabilidade - Cisternas para aproveitamento da Água de Chuva

Por André Luciano Heerdt

Bolhas D'água
Imagem: Divulgação
Você possui uma cisterna em sua casa? Após passamos por um dos verões mais quentes da História do Brasil, com temperaturas registradas, que nunca foram alcançadas antes, a gente precisa se remeter a pensamentos que nos levem a ter atitudes que possam amenizar os efeitos deste calor e seus efeitos colaterais. 

Um dos principais efeitos é a falta de água, já que choveu pouco no pico dos dias quentes, o que ocasionou também, a falta de energia elétrica. Então, fui atrás de alguma ideia interessante e descobri que muita gente usa em condomínios e casas pelo país a fora, e têm chegado aqui na nossa cidade também, as Cisternas Urbanas.