Por Márcia Pontes Educadora de Trânsito
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| Imagem: Reprodução |
O ano novo mal chegou e em suas primeiras
semanas já está se mostrando um ano violento para o trânsito no Vale do Itajaí.
A impressão que se tem é que a violência está sem controle, desmedida,
exagerada, e que fazia tempo que não se começava um janeiro com tantos
acidentes e mortes no trânsito. Com um detalhe: os mais jovens estão morrendo cada
vez mais cedo. Cedo demais!
Lamentamos pelas vidas que se
vão, mas e a dor de quem fica? A dor do pai, da mãe, de quem é "pãe" (pai e mãe
ao mesmo tempo) e se sente destroçado, estraçalhado, destruído por uma dor que de
tanto que dói não se sabe se é na alma ou se é física.
De todo o meu coração e com os
mais profundos sentimentos às vítimas e suas famílias, como ser humano e como
profissional que assumiu o compromisso existencial com a segurança no trânsito,
eu não tenho como expressar a dor dos pais dos 3 jovens, garotos, meninos que
perderam a vida de forma violenta num acidente em Gaspar.




